Posts de Juh Claro

[BEDA] TAG: De repente 30

Em 18.08.2017   Categoria: BEDA, Memes

Já disse que sexta-feira é dia oficial de TAGs no BEDA, então bora pra mais uma. De novo a Isadora me salvando nas ideias – para vocês verem como to bem de criatividade, nem pra TAG ando servindo… Essa semana foi totalmente horrível no trabalho e não consegui me organizar pra absolutamente nada no blog. Posts saindo atrasados, posts nem saindo, mas é isso aí, vamo que vamo.

Essa TAG tem a ver com trintar. Eu já vi em outros blogs e pensava “ah, falta muito, nem vou responder”, mas, na verdade, não falta não – e isso me deixou assustada. Slow down, time! Vamos lá com a De repente 30:

De repente 30

1. Quando você irá completar 30 anos?

Em 22 de dezembro de 2020 – é logo aí!

2. Você pretende fazer uma festa grande?

Com certeza não. Pós casamento, pós apartamento, prestes a engravidar (se tudo sair como planejado, né)… Dinheiro não vai rolar não. Provavelmente vou fazer a mesma coisa de todos os anos e juntar os amigos em algum bar legal.

3. Se você pudesse voltar no tempo, quantos anos você gostaria de ter agora?

Acho que 21. Foi minha melhor época, meu melhor peso, um dos meus melhores anos e tive também uma viagem sensacional no meio do ano de 2012. Queria ficar nos 21 pra sempre.

4. Você já notou alguma mudança no seu corpo? Qual?

EU já passei por tantas mudanças ao longo dos anos… Como disse ali, aos 21 foi o meu melhor corpo (que eu só percebo agora, é claro), e desde então eu só engordei e estou numa briga terrível com a balança desde então pra voltar ao peso dos 21. Ok, eu não ando com a mesma vontade daquela época, muita coisa mudou, mas isso é triste, né. Mas vamos falar de coisa boa: algo que vejo que mudou muito foram minhas unhas – pode ser meio supérfluo, mas eu odiava as minhas unhas e hoje elas estão super bonitas, nem parecem as mesmas. Uma coisa ruim que mudou foram minhas sardas no rosto, elas continuam aumentando por mais que eu as odeie :(

5. Você se sente velha? Por quê?

Não. Eu gostaria de me sentir um pouco mais, na verdade. Primeiro que eu não pareço nem ter 26 anos com essa cara de criança, eu também não sou tão madura assim, mas profissionalmente falando eu gostaria de me sentir mais velha, pra ver se ganharia um pouco mais de respeito, sabe?

6. Você já desejou alguma vez ter 30 anos?

Não, eu sempre quis fazer 21. Sabe aquilo que muita gente sonha com os 18? Eu sonhava com os 21. Já 30, sinceramente, não…

7. Na sua infância, como você se imaginava aos 30 anos?

Bem, aos 25 eu já me imaginava casada, morando em um apartamento lindo, bem sucedida e tudo mais – e nada disso aconteceu, não é mesmo? Aos 30 eu já me imaginava grávida pela segunda vez, mas pelo jeito que as coisas andam, se eu estiver grávida pela primeira vez já estará de bom tamanho.

8. E como é a sua vida agora?

Está caminhando a ficar boa: vou me casar ano que vem, acabei de me formar no MBA, estou prestes a tirar uma certificação importante para a minha área, estou planejando o crescimento da família e é isso aí… Só falta melhorar no meio profissional.

9. O que você pretende ainda realizar aos 30 anos?

Uma carreira mais digna e um filho.

10. Você já realizou muitos sonhos?

Sim, muitos mesmo. Desde os mais fúteis aos mais legais (que devem ser fúteis também haha). Eu finalizei uma faculdade, um MBA, ganhei espaço no meio profissional, conheci uma pessoa incrível, noivei dessa mesma pessoa, viajei para lugares maravilhosos, nadei com golfinhos, atravessei a Abbey Road, conheci minha banda favorita, ouvi todas as músicas da minha banda favorita ao vivo, comecei a usar lentes de contato… E por aí vai.

11. Qual é a loucura que você gostaria de fazer ainda aos 30?

Pular de paraquedas conta? Eu acho que não conseguirei nem até os 100 anos, mas nunca se sabe se bate uma loucura dessas antes, né?

12. Aos 30 anos, qual é o seu maior medo?

Continuar do jeito que estou hoje, sem alcançar mais nenhum dos meus objetivos. Espero que não aconteça, é claro. Espero também que, se não der para crescer profissionalmente, eu não fique desempregada, porque, isso sim, seria um pesadelo.

13. Deixe um recado para quem vai fazer 30 anos!

Não sei como é, mas não acho que seja muito diferente dos 26, então é só não entrar em pânico e não ficar criando muitas expectativas que vai ficar tudo bem. São só números contados a partir do seu ano de nascimento, nada mais.

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[BEDA] Viagem: da Suíça para a Áustria – Viena

Em 17.08.2017   Categoria: BEDA, Viagens

Chegamos em Viena no dia 11 de julho após quase 8 horas de viagem de trem. Apesar de ter sido bem longa, foi super tranquila. Pegamos três assentos que ficam ao redor de uma mesa e até que foi confortável. Ponto positivo também porque tinha wifi grátis, então deu para me atualizar com The Voice Kids e mexer em muito mais coisas. Por conta do verão, o sol se põe bem tarde, então quando chegamos ainda estava claro e fomos até o hotel de metrô.

áustria - viena

Nosso hotel – Ambassador Wien – ficava localizado bem no centro de Viena, então a viagem de metrô foi super fácil e conseguimos sair para jantar sem problemas porque ainda estava tudo aberto. Fomos ao Hard Rock porque ele é parada obrigatória (pra nós) em todas as viagens.

Viena - Hard Rock Café

No dia seguinte partimos para nossa caminhada pela cidade passando por alguns dos principais pontos turísticos. Fazia um calor bem insuportável, não tinha nada de ventos e isso deixou a caminhada um pouco mais pesada, nos impossibilitando de ver tudo que havíamos planejado. De qualquer forma, segui algumas dicas de blogs de viagem e passamos por:

Estátua de Johann Strauss – a estátua mais fotografada da Áustria, segundo algum site que li haha Ela fica no centro do parque Stadtpark.

Viena - Mozart

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[BEDA] Resenha: PAX – Sara Pennypacker

Em 16.08.2017   Categoria: BEDA, Resenhas

Eu namorei Pax por tanto tempo por conta da capa e edição dele que fiquei super feliz quando ganhei de amigo secreto no final do ano passado. É claro que aquele problema de julgar pela capa estava presente, mas ainda bem que a história segue muito bem o que o exterior tenta representar. O resultado foi uma leitura super rápida e agradável.

Pax nos traz a história de Peter e sua raposa de estimação, Pax. Logo de início nos deparamos com a separação dos dois: Peter é obrigado pelo pai a abandonar Pax no meio de uma estrada. O pai de Peter foi convocado a cumprir os deveres militares durante a guerra e terá que deixar seu filho com o avô – que não aceitaria uma raposa juntamente com o neto. Peter não entende muito bem o porquê de deixar Pax para trás, mas obedece o pai uma vez que não tem muitas escolhas.

Logo que o carro começa a se afastar da raposa, Peter já se sente muito mal pelo que fez. Como Pax, uma raposa que viveu 5 anos dentro de uma casa, sobreviverá na natureza, sem saber se defender, comer sozinha ou qualquer outra coisa? Pax também não tem ideia do que está acontecendo e fica sentado na beira da estrada aguardando o retorno de Peter para voltar para casa. Só que isso não acontece e Pax precisa entrar no bosque para procurar algo para comer, já que algo muito estranho está acontecendo dentro da sua barriga (aka: fome).

Do outro lado vemos Peter sofrendo com a ausência de Pax e com o peso na consciência de tê-lo abandonado. É então que ele decide fugir da casa do avô e ir atrás de seu melhor amigo. Peter refaz o caminho que fez com seu pai na ida até a casa do avô e está determinado a voltar ao ponto da estrada em que deixou Pax. Não é uma tarefa muito fácil, são mais de 400 quilômetros de distância e Peter tem apenas 12 anos e nenhum preparo físico ou mental pelo que poderia enfrentar.

Em certo momento Peter se machuca e acaba entrando na casa de Vola, uma senhora um tanto quanto estranha, ex-combatente, que tem muito a ensinar a ele. É com muita relutância que ela acaba se afeiçoando pelo menino e o ajuda a se recuperar para seguir seu caminho atrás da raposa. Essa parte do livro é muito interessante pois conhecemos o passado de Vola e a sensibilidade de Peter ao tentar mostrar a ela que todos merecem uma segunda chance e que a vida não pode acabar no meio dela.

Dentro da floresta Pax conhece Arrepiada e Miúdo, duas raposas que não querem se aproximar muito de outra que tem cheiro de humano, mas que acabam precisando se unir para sobreviver aos perigos da natureza e também dos humanos que se aproximam por conta da guerra.

O livro é narrado em terceira pessoa com os capítulos alternado entre Peter e Pax, mostrando o mesmo objetivo deles: se reencontrarem enfrentando o que for preciso e necessário, seja aprender a sobreviver no mundo selvagem ou andar diversos quilômetros com o pé machucado.

Diversos obstáculos aparecem durante esse caminho todo e ficamos com o coração na mão a cada situação perigosa que tanto Peter quanto Pax passam, sempre querendo que o final seja o melhor possível; que o reencontro aconteça, que os dois possam superar juntos o tempo que passaram longe um do outro e que a guerra acabe sem maiores estragos. Mas no fundo sabemos que nada disso pode acontecer e o final pode ser totalmente ao contrário do que desejamos.

Seja qual for o desfecho, a história como um todo é maravilhosa e nos encanta principalmente por mostrar um lado humano e inocente e também os malefícios que uma guerra trás, não somente a quem participa dela, mas a todos que ela atinge direta ou indiretamente. A visão de Pax também nos encanta; mesmo sendo um animal, ele tem sentimentos totalmente humanos e compreensíveis e nos mostra uma ingenuidade admirável.

É uma leitura mais voltada para o público infanto-juvenil, mas na minha opinião consegue agradar a todos os públicos principalmente por conta da lição que há por trás de toda a história e a demonstração de amor e amizade entre um adolescente e um animal de estimação. Leitura mais do que recomendada e que entrou para a lista dos preferidos do ano.

PAX
Páginas: 288 Editora: Intrínseca Nota: ★★★★★

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