Categoria "Parceiros"

Resenha: Um Mundo Brilhante – T. Greenwood

Em 27.03.2012   Categoria: Parceiros, Resenhas

Um Mundo Brilhante – This Glittering World
Autora: T. Greenwood
Editora: Novo Conceito
Páginas: 336
Nota: ★★★☆☆

Sinopse: Quando o professor Ben Bailey sai de casa para pegar o jornal e apreciar a primeira neve do ano, ele encontra um jovem caído e testemunha os últimos instantes de sua vida. Ao conhecer a irmã do rapaz, Ben se convence de que ele foi vítima de um crime de ódio e se propõe a ajudá-la a provar que se tratou de um assassinato. Sem perceber, Ben inicia uma jornada que o leva a descobrir quem realmente é, e o que deseja da vida. Seu futuro, cuidadosamente traçado, torna-se incerto, pois ele passa a questionar tudo à sua volta, desde o emprego como professor de História, até o relacionamento com sua noiva. Quando a conheceu, Ben tinha ficado impressionado com seu otimismo e sua autoconfiança. Com o tempo, porém, ela apenas reforçava nele a sensação de solidão que o fazia relembrar sua infância problemática. Essa procura pelas respostas o deixará dividido entre a responsabilidade e a felicidade, entre seu futuro há muito planejado e as escolhas que podem libertá-lo da delicada teia de mentiras que ele construiu. Esta, enfim, é uma história fascinante sobre o que devemos às pessoas, o que devemos a nós mesmos e o preço das decisões que tomamos.

 

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Resenha: Para Sempre – Kim e Krickitt Carpenter

Em 13.03.2012   Categoria: Parceiros, Resenhas

Para Sempre – The Vow
Autores: Kim e Krickitt Carpenter
Editora: Novo Conceito
Páginas: 144
Nota: ★★★★☆

Sinopse: A vida que Kim e Krickitt Carpenter conheciam mudou completamente no dia 24 de novembro de 1993, dois meses após o seu casamento, quando a traseira do seu carro foi atingida por uma caminhonete que transitava em alta velocidade. Um ferimento sério na cabeça deixou Krickitt em coma por várias semanas. Quando finalmente despertou, parte da sua memória estava comprometida e ela não conseguia se lembrar de seu marido. Ela não fazia a menor ideia de quem ele era. Essencialmente, a “Krickitt” com quem Kim havia se casado morreu no acidente, e naquele momento ele precisava reconquistar a mulher que amava.
 

 

Não há muito o que falar de um livro que é uma autobiografia dos autores, mas vou tentar.

Para Sempre nos conta a história de amor típica de Nicholas Sparks, daquelas que você vira o rosto de tão melosa e impossível que é. Mas é aí que você lembra que é uma história real e passa a acreditar que ainda existem humanos capazes de amar ao próximo mais do que a si mesmo. O livro, escrito por Kim Carpenter, conta tudo sobre a vida dele ao lado de Krickitt desde o dia em que se falaram pela primeira vez – quando ela atendeu o telefone da empresa que ele pretendia encomendar uniformes para o seu time de beisebol.

É por meio dessas ligações que Kim se apaixona pela pessoa que está do outro lado da linha, até eles se conhecerem pessoalmente e ele se apaixonar ainda mais.

Namoro, casamento, lua de mel e uma viagem para passar o dia de Ação de Graças na casa dos pais de Krickitt. Tudo estava indo bem, mas durante essa viagem eles sofreram um acidente que mudou tudo, até o amor de um pelo outro.
Kim se machuca bastante no acidente, mas Krickitt sofreu danos cerebrais e está em coma. Quando ela acorda, Kim acreditava que tudo iria voltar ao normal, até que percebe que Krickitt não se lembra dele e afirma não ser casada. O mundo de Kim se desmorona, mas ele não perde as esperanças e passa os próximos dias, meses e anos tentando fazer com que ela se lembre dele e volte a ser sua esposa.

É claramente visível que Kim não é um ótimo e experiente escritor, porque ele quis escrever um livro de literatura, mas eu classificaria como autobiografia. É tudo contado do ponto de vista dele, sem muitos diálogos e a estrutura não me agradou muito. Eu gostaria de saber o que a Krickitt estava pensando em todos os momentos que eles discutiam, quando ele tentava fazer com que a “antiga” Krickitt voltasse e etc.

Outra coisa que não gostei, mas não dá para “reclamar” porque aconteceu de verdade e não foi uma ideia do autor, é que o Kim se sentia meio “obrigado” a continuar com a esposa, tentando amá-la apesar de tudo e fazendo com que ela o amasse de volta – mas, colocando-me no lugar dele, acho que deveria ter dado a oportunidade dela ser ela mesma e tentar recomeçar desde o comecinho de tudo.

Sabe “Como Se Fosse a Primeira Vez”? O Adam Sandler faz com que a Drew se apaixone por ele todos os dias, mesmo que eles não tenham se conhecido antes do acidente dela, e isso faz com que dê certo.

Mais uma coisa que eu não gostei, mas aí é mais pessoal, é toda a fé fé fé fé fé do livro todo. Milagres, fé em Deus, orações e etc, me desculpem, mas quem não acredita em nada disso, vai achar tudo uma “desculpa” para não acreditar no poder da medicina.

Apesar de tudo isso, é uma história maravilhosa de amor e superação que todos os que não “acreditam” no amor deveriam ler.

Agora basta esperar estrear o filme nos cinemas no mês que vem ♥


Resenha: Alice no País das Maravilhas – Lewis Carroll

Em 06.03.2012   Categoria: Parceiros, Resenhas

Alice no País das Maravilhas – Alice in Wonderland
Autor: Lewis Carroll
Editora: Martin Claret
Páginas: 144
Nota: ♥♥♥♥♥

Sinopse: Este livro é uma das mais famosas obras-primas da literatura universal destinada ao público infantil. Alice no País das Maravilhas (1865) são fantasias oníricas e lúdicas sobre a realidade e a linguagem. Explorando a aparente ausência de sentido em sentenças gramaticalmente corretas, Lewis Carroll foi um dos pioneiros na pesquisa de uma nova ciência do discurso, por meio da simbolização. Aparentemente destinada às crianças, na verdade oculta questionamentos de toda espécie, lógicos ou semânticos, problemas psicológicos de identidade e até políticos, tudo sob a capa de aventuras fantásticas.
 
 

 

Estreiando a parceria com a editora Martin Claret, pude escolher qualquer título do catálogo e quando vi Alice no País das Maravilhas disponível, não pensei duas vezes. Já li a versão da Disney, já assisti ao desenho da Disney, ao primeiro filme de 1903 e à adaptação de Tim Burton, mas nunca tinha lido a história original do Lewis Carroll. Pronto, foi a oportunidade perfeita.

O livro é pequeno, tem muitas ilustrações (adorei isso) e a história é muito gostosa, então li em 2 horas sem nem perceber.

Aqui temos a história da pequena Alice, a mais nova das três irmãs que é muito curiosa e sabida. Um dia sua irmã estava lendo um livro sem figura alguma e Alice estava ao seu lado pensando “para que serve um livro, sem figuras nem diálogos?” e ficou entediada. Quando pensou em colher margaridas para fazer um colar, viu um Coelho Branco correndo pegando um relógio de bolso e dizendo que estava muito atrasado. Alice achou aquilo extremamente normal, mas ficou curiosa para saber onde o coelho estava indo e o seguiu até uma toca que ele entrou correndo – ela não pensou duas vezes e entrou lá também.

E é assim que Alice chega ao País das Maravilhas. E é aí que começa toda a aventura e maluquice dessa história que mais é uma crítica social e política, do que um conto de fadas, porém ainda assim é um ótimo conto, apesar de totalmente maluco e confuso. Muitas vezes eu relia a página para entender o que estava se passando, mas tentei colocar na cabeça que o livro todo seria cheio de pensamentos de Alice e que a história não tinha pé nem cabeça de qualquer forma.

Para quem já assistiu a alguma das adaptações cinematográficas, sabe o desenrolar da história e como a Rainha de Copas é a maior cómedia (se não fosse trágica) quando diz “Cortem-lhe a cabeça!”. Acho que essa frase apareceu em 143 páginas mais ou menos, mas no final nada acontece porque o rei é bonzinho demais.

Se você ainda não conhece essa história, seja pelo Carroll, Disney ou cinema, deveria separar 2 horinhas do dia para conhecê-la e tentar decifrar o que tem nas entrelinhas criticando a sociedade/poder, encapado com a fantasia.

Um “extra” aqui: A versão de Tim Burton NÃO É sobre essa história e muitos críticos ignorantes comentaram negativamente sobre ele ter mudado a história. Oras, como pode mudar uma história se ela não é a mesma? No filme com o Johnny Depp é retratado a volta da Alice ao País das Maravilhas, tanto que todos lá já sabem quem ela é (menos ela). Considero esse filme tão sensacional como o da história original e todos os efeitos, fotografia, figurino e etc são sensacionais. Vale muito a pena ser assistido, mas tirem da cabeça que é a história tradicional, porque não foi essa a intenção do Burton.


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