Categoria "TV"

Seriado: Jessica Jones

Em 02.05.2016   Categoria: TV

Como você já deve ter percebido o universo dos quadrinhos vem invadindo as telinhas. E eles vieram pra ficar! A parceria Marvel e Netflix nos presenteia com mais uma série incrível: Jessica Jones !

Jessica Jones

A série se passa em Hell’s Kitchen, Nova York. Isso mesmo, ela se passa no mesmo ambiente de nosso já amado Matt Murdock! Mas diferente de Demolidor, o foco da série não é na cidade, mas na história de nossa heroína.

Jessica Jones (Krysten Ritter) trabalha como investigadora particular, tem um escritório, o Alias Investigations, que fica em seu apartamento. Logo de cara podemos ver que Jessica não leva uma vida muito saudável, digamos assim. Ela trabalha em seus casos, na maioria das vezes durante a noite e, voltando pra casa, ela costuma se embebedar até conseguir dormir. Jessica é pessoa que podemos chamar de “especial”, ela dispõe de uma força sobre-humana, mas fora isso, ela é bem humana. Sua personalidade é bem forte, e às vezes ela pode ser bem grosseira. Mas ela conta com sua irmã adotiva Trish Walker (Rachael Taylor) e bons amigos que a ajudam durante a série.

Jessica Jones

A história se inicia com a contratação dos serviços de Jessica Jones para encontrar uma garota desaparecida. Porém, no decorrer das investigações, ela descobre que o sequestrador da garota é alguém de seu passado. A partir daí começamos a juntar os pedaços da história de Jessica através de seus flashbacks.

Podemos perceber que Jessica foi traumatizada em um nível muito profundo por seu admirador/sequestrador Kilgrave (David Tennant). Kilgrave é um vilão com poderes de persuasão. O que ele disser à sua vítima será automaticamente assumido como uma verdade/vontade fazendo com que a pessoa haja de acordo com a vontade dele.
Em uma de suas investigações, Jessica conhece Luke Cage (Mike Colter), dono de um bar da região. Os dois acabam dormindo juntos e iniciam o que parece ser um relacionamento, mas muito conturbado devido a fatos do passado dos dois que passam a ser esclarecidos no decorrer da história.

Jessica Jones e Luke Cage

Mesmo com sua super força, nossa heroína não é páreo para os poderes persuasivos de Kilgrave, mas ela está determinada a encontrar alguma maneira de pôr um fim a esse vilão que lhe causou tantos pesadelos. Com um apelo psicológico muito marcante, a série nos captura de tal maneira que será impossível parar até que chegue ao último episódio. Dica: não desanime nos dois, três primeiros episódios, pode parecer meio confuso, mas com o decorrer dos episódios tudo se torna claro e cada vez mais cativante.
Ah, tem crossover com personagem de Demolidor e vice-versa, e logo mais teremos a série do Luke Cage!

Nota: ★★★★½


8 Motivos para Assistir Sense8

Em 29.02.2016   Categoria: TV

Me pergunto quando vou aprender a escutar minha amiga quando ela me diz para assistir a alguma série. A mesma pessoa que me indicou Doctor Who, também fez o favor de me falar para abrir o Netflix e assistir Sense8.

Adivinhem o que eu fiz?! Claro que demorei o tanto que pude pra poder sentar minha bunda no sofá e ver a série, mas claro também que assim que comecei, não consegui mais parar, terminando a primeira temporada em apenas 2 (dois) dias.

Sense8

Várias coisas me fizeram gostar de Sense8. Posso até adiantar pra vocês dizendo que esses 8 motivos são poucos perto de tudo que me fez ficar louca pela série. Mas escolhi apenas 8 porque tenho certeza que mostrando estes, vocês também vão ficar doidinhos pra sair daqui e ir assistir (só não se esqueçam de comentar antes, por favor).

1. Completa no Netflix

A primeira coisa que você precisa saber sobre a série é que ela é uma produção da Netflix. Então assim como Orange is the New Black, Narcos, Demolidor etc., Sense8 também tem todos os seus episódios lançados de uma só vez e postados no mesmo dia lá na Netflix. Os assinantes, então, têm acesso a todo o conteúdo em um dia só, podendo terminar a série rapidamente, sem a necessidade louca de esperar toda semana por um episódio novo.

2. Girl Power

Se tem uma coisa que eu tenho reparado bastante nos últimos seriados que tenho assistido, é a força das mulheres. Todas as mulheres em Sense8 são extremamente fortes, seja lutando pelo que querem e pelas coisas que acreditam, seja lutando contra algo que não querem mais lembrar, seja simplesmente pela força física, ao mostrar que podem, sim, acabar com um grupo de homens aparentemente bem mais forte que elas.

Além de termos no elenco principal a Nomi, a Sun, a Riley e a Kala, vemos em todos os núcleos a força das mulheres que fazem algum papel secundário. É incrível! Parece que a série veio pra mostrar pra gente que a cada dia temos acabado, mesmo que seja de pouquinho em pouquinho, com essa diferenciação entre homens e mulheres. Eu me amarro nisso!

3. Não Ser “Mais do Mesmo”

Se tem uma coisa que me cansa é começar a assistir algum seriado e perceber que ele é bem parecido com algo que já assisti. Tenho desistido de vários por causa disso e sei que, hoje, com tantas coisas surgindo aqui e ali, é bem difícil achar algo totalmente novo e totalmente diferente. Mas os irmãos Wachowski (mesmos criadores de Matrix) acertaram certinho ao colocar algo inédito na Netflix.

O roteiro dá tantos nós na sua cabeça que é mesmo difícil parar de assistir ou intercalar este seriado com qualquer outro. É algo que te faz assistir episódio atrás de episódio apenas por estar em busca de respostas ou explicações.

4. As Várias Culturas

São oito personagens principais, cada uma com sua cultura. Temos dois nos Estados Unidos (um em Chicago, a outra em São Francisco), um no México, um no Quênia, um na Alemanha, uma na Islândia (e Londres), uma na Coreia e a outra na Índia.

É interessante ver que todos eles são bem diferentes, mas mesmo assim conseguem lidar com tudo isso (não posso explicar coisas demais neste post ou eu estaria dando vários spoilers e o legal mesmo é você ir assistindo e descobrindo aos pouquinhos como eu fiz).

5. Os Shipps Formados

Existe uma cena em Sense8 que te faz desejar que duas pessoas fiquem juntas. O interessante é que até chegar nessa cena em particular, você jamais esperaria sentir isso pelos dois, mas ficou tão bem feita que parece que seu cérebro estala e você diz: ei, casem-se, tenham mil bebês, vivam juntos para todo o sempre.

Sem contar com os casais que já existem desde o início da série, como a Nomi e a Neets, que jamais poderiam ficar separadas pelo simples fato de nos mostrarem que foram feitas uma para a outra, ou como no caso do Lito com o Hernando, que escondem o que sentem, escondem seu relacionamento, mas são simplesmente perfeitos um para o outro.

6. Trilha Sonora

What’s up, de 4 Non Blondes e Demons, de Fatboy Slim e Macy Gray são duas das músicas que, com certeza, vão grudar na sua cabeça por causa das cenas em que elas aparecem na série. Além dessas duas, todas as músicas são muito bem escolhidas para cada momento em que aparecem. Pra quem gosta de música clássica, a série é perfeita. O jeito com que a música é inserida no contexto da cena faz com que você se sinta conectado desde o início até o fim.

7. Quebrando Vários Tabus

Já falei sobre o poder feminino na série, mas não tinha falado ainda como ela veio para quebrar tabus. Uma das mulheres mais fortes na série, só para começar, é uma mulher transexual. A série não tem medo de mostrar o nu masculino, utilizando-o da mesma forma que usa o nu feminino.

Aprendi com a Lívia, e isso eu nem tinha reparado ainda, que um dos personagens principais, aquele típico americano fortinho, loirinho e dos olhos claros, além de ser policial, é também o alívio cômico da série. Isso é facilmente percebido ao reparar as caras que ele faz em todas as situações da série.

Eu gostaria de poder falar sobre várias outras coisas em relação aos tabus que a série quebra nesses 12 episódios, mas acho muito difícil dizer algo sem dar spoiler algum. Mas se você já assistiu, comente aí sobre algo que tenha reparado pra que a gente possa trocar informações.

8. O Elenco

Quando a Lih me avisou que eu precisava assistir Sense8, também utilizou um nome pra poder me convencer: Alfonso (Poncho) Herrera. Mas ao assistir a série, me deparei com atores que nunca antes havia visto (além de outros que já conhecia por causa de algum outro seriado) e que conquistaram meu coração rapidinho por conta da incrível atuação.

É legal ver como todos eles entraram nos papeis, assumiram as personalidades de quem são na série e trabalharam incrivelmente bem, me deixando louca por um pouco mais de Sense8.


Meus 10 episódios preferidos de Doctor Who (Parte 2)

Em 11.02.2016   Categoria: TV

Uh! Tenho que continuar com este post. Como ficou muito grande o primeiro, achei melhor dividir de 5 em 5 pra não deixar ninguém cansado de tanto ler (e pra fazer quem gostou, esperar um pouquinho pra ver mais do meu querido Doctor Who aqui no blog da Juh). Sem contar que é ótimo começar o ano com um post desses. Me sinto completa, haha.

doctor-who

Vamos lá? Prometo que hoje vai ter tanta coisa legal quanto no post anterior. Além disso, é bom pra quem já conhece a série poder trocar umas ideias comigo quanto a estas minhas escolhas para episódios preferidos da 6ª até a 9ª temporada, sem esquecer do meu episódio preferido dentre todos os especiais.

6. The Girl Who Waited

O episódio é simples, mas ao mesmo tempo tem lá suas coisas não tão simples assim. É lindo, envolvente… Dá aquele ar de romance perfeito pra quem sente falta disso na série, mas não envolve o Doctor com qualquer companion. Na verdade, o romance envolve dois companions: Amy e Rory, que nos fazem vibrar a cada segundinho, torcendo para que tudo dê certo.

I love you too. Don’t let me in. Tell Amy — your Amy — I’m giving her the days. The days with you. Days to come. The days I can’t have. Take them please. I’m giving her my days. ~ Eu amo você também. Não me deixe entrar. Diga a Amy – a sua Amy – que eu estou dando a ela os dias. Os dias com você. Dias que estão por vir. Dias que eu não posso ter. Pegue-os, por favor. Eu estou dando a ela os meus dias.

Algo que eu amei neste episódio foi o fato de ter colocado toda a ideia de wibbly-wobbly-timey-wimey-stuff. O tempo vai, volta, se encontra, se desencontra, nos faz roer as unhas e mostra bastante daquilo que Doctor Who tem de melhor, no seu âmago.

É incrível ver, também, como a Karen Gillan é uma atriz completa, sendo ao mesmo tempo, num mesmo episódio, duas pessoas completamente diferentes. A primeira é a Amy com quem todos os fãs e telespectadores já estão acostumados. A segunda é uma Amy mais velha, totalmente diferente; uma Amy que diz, com todas as letras, odiar o Doctor.

7. The Rings of Akhaten

Normalmente todo episódio no qual nós vemos um belo discurso do Doctor acaba por me conquistar exatamente por causa disso. Este foi mais um que trouxe uma fala inesquecível, feita de forma muito bela e coerente.

O interessante (e algo sobre o que conversei com alguns amigos que também amam Doctor Who esses dias) é que normalmente os nossos episódios preferidos da temporada acabam por ser aquele em que vemos o Doctor fazendo um discurso que acaba sendo algo que nos leva a conhecer a essência dele de forma que ainda não havíamos visto saindo da própria boca do personagem. Apesar de ele se mostrar sempre alguém frio e que não se importa, nessas horas ele se transforma, mostrando quem realmente é lá no fundo.

Com esse discurso não foi muito diferente. Acabou fazendo o episódio entrar na lista de favoritos.

8. Listen

Toda temporada tem um episódio que me deixa com medo de alguma coisa. Esse aqui me deixou com medo daquilo que existe sob minha cama. Sempre tive medo disso durante a infância e até hoje morro de medo de colocar o pé no chão e sentir uma mão segurando minha canela. Este episódio retrata isso de forma perfeita.

Moffat já disse algumas coisas sobre colocar medo em toda uma geração. Pelo visto ele sente prazer em deixar todo mundo com medo de estátua, escuro, internet… Esse homem deve ser meio louco, pra falar a verdade.

O que eu achei interessante neste episódio, além do medinho que eu senti lá no início, foi o fato de sabermos um pouco mais sobre a infância do próprio Doctor, relembrar o seleiro mostrado de forma perfeita em The Day of the Doctor e ter o prazer de ver tudo isso com o Peter Capaldi no papel do queridinho de todo mundo.

9. The Zygon Inversion

De todos os episódios citados neste e no post anterior, este foi o mais recente de todos (e é meio lógico), portanto tenho várias cenas vivas na cabeça.

A nona temporada começou com tudo, me deixando louca para saber o que poderia acontecer, qual a notoriedade da Missy, como os Daleks entrariam na história… Cheguei até a pensar que eles focariam bem mais nisso do que realmente fizeram, o que foi uma novidade, já que o Moffat sempre tende a querer amarrar tudo, trazendo coisas notáveis do primeiro episódio de volta pro último da temporada (mas isso fica pra outro post).

The Zygon Inersion não é o último episódio da 9ª temporada, mas me deu aquela vontade de não parar de assistir, de não desviar o olho, de não piscar, como se um Weeping Angel estivesse à minha frente.

Peter Capaldi como o 12º Doctor conseguiu se mostrar de forma completa, na minha opinião, nesta última temporada. Mostrou tudo de melhor que ele tem como ator, fez um ótimo Doctor, fez piadas, riu, monologou e dialogou com Clara de forma maravilhosa.

Algo que gostei bastante também foi da participação de Osgood (não acredito que exista um fã da série que não goste desta personagem, ela é uma completa representação de todo e qualquer fã do Doctor, usando sempre algum acessório que remeta a alguma das regenerações do Doctor, sabendo como ele vai se comportar e tendo, novamente, a chance de viajar na TARDIS, mas recusando a oferta).

10. A Christmas Carol

Preciso ser bem sincera e dizer que não costumo gostar muito de episódios ou filmes ou livros que retratem o Natal. Não gosto muito, mas não sei explicar o porquê. Mesmo assim, não deixo de assistir aos especiais de Natal de Doctor Who. Porque, bem… São de Doctor Who, e isso importa muito pra mim.

Neste, entretanto, dá pra sentir bastante coisa. É um misto tão grande de sentimentos que não é possível explicar realmente o que sentimos durante o episódio. O legal é que se passa sempre durante o Natal; e vamos vendo cada ano, cada dia de Natal que essas pessoas passam. Incrível!

Neste episódio especial, vemos o Doctor tentando mostrar a um velho sem nenhuma esperança de que é possível ser uma boa pessoa. Ele é capaz de voltar no tempo apenas para transformar a vida deste velho garotinho para sempre. Impossível não se emocionar assistindo.


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