TAG: Wanderlust

Em 20.03.2017   Categoria: Memes, Viagens

Logo fará dois meses que voltei de férias e eu já quero viajar de novo. Bem, vocês sabem como eu sou apaixonada por viajar, né. Passeando por blogs que falam bastante de viagem, encontrei no Diário de Polly uma TAG chamada Wanderlust e resolvi responder.

Wanderlust deriva do alemão wandern (+/- vaguear, caminhar) e lust (desejo). Em português, podemos dizer que é um desejo forte por viajar, explorar o mundo, sair por aí.

1 – Qual o seu carimbo favorito?
Canadá <3 carimbo canadá

2 – Você sabe o número do seu passaporte de cor?

Sabia do anterior, mas no início do ano precisei renovar e nem viajei com ele ainda para “decorar” haha

3 – Qual o seu método favorito de viajar? Avião, carro, trem, ônibus, barco…

Eu morro de medo de avião, mas para viajar para lugares mais longe, é o melhor método. Agora, se for possível viajar de trem, com certeza seria minha primeira opção.

4 – Cite 3 itens essenciais para viajar!

Carregadores portáteis, mochila leve para andar por aí e óculos escuros.

5 – Você prefere hotel ou hostel?

Nunca fiquei em hostel e não sei se eu conseguiria, então: hotel.

6 – Você gosta de visitar lugares que já visitou ou prefere lugares novos?

Já repeti lugares e tem alguns que eu continuaria repetindo (oi, Disney); mas é claro que conhecer novos lugares é sempre maravilhoso, né? Ainda tem muitos lugares que quero conhecer nesse mundão.

disney

7 – Você pesquisa os destinos que vai visitar ou não?

Claro! Passo dias pesquisando em sites, blogs, vídeos no Youtube e tudo mais. Não monto exatamente um roteiro, mas anoto várias coisas “obrigatórias” de serem visitadas.

8 – Qual seu site favorito de viagem?

Não tenho nenhum específico; sempre navego por diversos blogs mas não tenho nenhum favorito.

9 – Qual lugar você recomenda que seu amigo visite?

Meu TOP 3 sempre é: Disney (Orlando), Niagara Falls (Canadá) e Londres.

niagara falls

10 – Se dinheiro não fosse problema, para qual lugar você iria?

Que pergunta difícil! Meu maior problema não é nem pensar em dinheiro e sim no tempo que teria que ficar no avião. Então, mesmo que tivesse dinheiro, ainda não sei se teria coragem para viajar para esses lugares HAHA
De qualquer forma, acho que Ilhas Maldivas e Nova Zelândia entram fácil na lista.

11 – Quando e pra onde ia o seu primeiro avião?
1994 para Jericoacoara (Nordeste do Brasil).

jericoacoara 1994

12 – Para onde você viajaria só pra comer a comida local?

Itália e Portugal, com certeza.

13 – Você prefere assento do meio, corredor ou janela?

Janela, sempre!

14 – Como você passa seu tempo no avião?

Extremamente entediada. É muito difícil eu conseguir dormir, então eu vejo diversos filmes, leio livro, jogo no celular e etc.

ler no avião

15 – Existe algum lugar para onde você nunca mais voltaria?

Não tem nenhum que eu nunca voltaria, mas tenho alguns lugares que eu não voltaria tão cedo, por exemplo Buenos Aires ou Paris.


Estão todos convidados a responder se quiserem :D Duvido que não concordam que viajar é tudo de bom! <3


Resenha: O bebê de Bridget Jones: Os diários – Helen Fielding

Em 16.03.2017   Categoria: Resenhas

ATENÇÃO! SE VOCÊ NÃO LEU “O DIÁRIO DE BRIDGET JONES” NEM “BRIDGET JONES: NO LIMITE DA RAZÃO” E NEM “BRIDGET JONES: LOUCA PELO GAROTO” ESSA RESENHA PODE CONTER SPOILERS.

O bebê de Bridget Jones: Os diários é o quarto livro da série Bridget Jones da autora britânica Helen Fielding e, assim como o primeiro e o segundo, também já ganhou adaptação cinematográfica. Na verdade, o filme acabou saindo antes do livro, o que é um tanto quanto estranho para os fãs da série literária. O livro muda um pouco o formato em relação aos outros dois, uma vez que ela está escrevendo um diário para seu filho ler quando ficar mais velho. Ela diz que vai entregar este e os outros diários que ela escreveu ao longo dos anos para ele entender um pouco da vida maluca dela.

Não estranhe que eu esteja resenhando o quarto livro antes do terceiro. Não esqueci dele não! Acontece que, estranhamente, o terceiro livro, “Bridget Jones: Louca pelo garoto”, se passa no futuro, com Bridget aos 50 anos, já com filhos e tudo mais. Acredito que, se a autora tivesse pensado antes na história deste aqui (que pelo jeito só foi publicado por conta do filme), ela teria lançado na ordem “correta”. O que estou querendo dizer é que não importa a ordem de leitura entre o terceiro e quarto livros, OK?

Bridget viveu diversas situações nos anos que se passaram. Ela quase casou com Mark Darcy, quase se envolveu novamente com Daniel Cleaver e quase se livrou de seu chefe-machista, Richard Flinch. Encontramos nossa protagonista a caminho do batizado de Molly, a filha mais nova de Magda, que será sua nova afilhada – e afilhada também de Mark. Ela não o vê há cinco anos e não sabe se está preparada para este “evento”, mas tenta encarar como apenas mais um batizado (aparentemente ela tem uma grande coleção de afilhados).

É óbvio que tudo era lindo na teoria, mas quando ouviu comentários sobre Mark estar divorciado, aquela “chama adormecida” reacendeu, uma coisa levou à outra e, de repente, lá estavam eles novamente na cama, como se nada tivesse mudado nos últimos cinco anos. Pena que Mark não quis levar adiante e voltamos à Bridget rejeitada e velha demais para seguir em um relacionamento. Ou será que não?

Como o destino gosta de brincar com os sentimentos das pessoas, Bridget acaba cruzando com Daniel em uma festa de premiação e, assim como aconteceu com Mark, uma coisa levou à outra e, de repente, lá estavam eles novamente na cama.

Já dá para imaginar a zona, não é? Bridget obviamente descobre que está grávida e fica louca sem saber quem pode ser o pai. Daniel teria capacidade de seguir com um comprometimento desses? Bridget conseguiria criar um filho junto de seu ex-chefe galinha e irresponsável? E Mark? Ele seria um ótimo pai, mas qual seria sua reação ao saber que tem 50% de chance de ser pai e os outros 50% são de Daniel, o cara que ele mais despreza no mundo?

Pelo fato de Bridget estar em uma idade avançada, sua gravidez é de risco e, para fazer um teste de DNA seria necessário realizar uma amniocentese. Como existe um pequeno risco de aborto ao realizar este “exame”, Bridget decide não seguir em frente e só descobrir quem é o verdadeiro pai de seu filho quando ele nascer. OK, decisão justa, mas como contar para os dois o que está acontecendo?

O que segue é um relato divertido de Bridget indo a exames de ultrassom com Mark e Daniel (separadamente), fazendo aqueles cursinhos básicos de como cuidar de recém nascidos – os três juntos e, claro, tendo que contar a sua mãe sobre a situação toda (o que não será nada fácil) – além do seu trabalho que poderá ser afetado tanto pela gravidez quanto pela nova “chefe” que chegou ao departamento.

Só ficamos realmente sabendo quem é o pai após o nascimento do bebê, mas rola aquela torcida para que seja de um deles… Apesar de a cada capítulo conhecermos diversos lados dos dois e mudarmos de opinião toda hora, no final queremos que seja especificamente um deles e que isso faça com que Bridget tenha um futuro melhor do que seu passado e presente. Um filho pode trazer diversas alegrias e torcemos pela felicidade dela, certo?

Dos três livros que li da série esse foi o que mais gostei. Incrivelmente eu li em 2 dias (porque precisava trabalhar, senão acho que teria lido em uma “sentada”) e fluiu bem. Me vi até rindo! Não sei se pelo fato de ter sido escrito na ~atualidade~ (já que o primeiro foi escrito há 20 anos), mas a história fluiu bem mais facilmente do que as outras.

Assisti ao filme há alguns dias e fiquei super decepcionada. Mudaram bastante a história, colocaram um novo personagem no meio (Patrick Dempsey) e isso meio que perdeu a essência da “graça” de ter dois arqui-inimigos brigando pela paternidade de um filho. Sei que Hugh Grant teve diversos problemas e teve que deixar de atuar, mas podiam ter feito algo diferente – já que Helen demorou tanto para escrever o livro e o lançou após a estreia do filme, podia muito bem ter seguido o mesmo “roteiro” no livro, né? Ou vice-versa. Enfim, para quem for assistir ao filme, não importa se lerá antes ou depois, já que são histórias praticamente diferentes.

O bebê de Bridget Jones: Os diários – Bridget Jones’s Baby: The Diaries
Páginas: 208 Editora: Paralela Nota: ★★★☆☆

Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o site Livros em Série.


Resenha: Azul da Cor do Mar, Marina Carvalho

Em 09.03.2017   Categoria: Resenhas

azul da cor do marO livro Azul da Cor do Mar é o terceiro que leio da Marina Carvalho. Mais uma vez, assim como fiz em Simplesmente Ana e em Ela é uma Fera!, fiquei torcendo para a personagem principal, rindo de coisas que ela fazia e babando pelo mocinho.

Em Azul da Cor do Mar, Rafaela consegue um estágio no maior jornal de Minas, o Folha de Minas, e começa a trabalhar na editoria de Investigativo. Seu mentor é Bernardo, um cara ranzinza, chato, sem educação, que não gosta de trabalhar em grupo, super inteligente, e maravilhoso!

Rafa sempre quis ser jornalista e este estágio só mostrou pra ela que o melhor que ela podia ter feito era realmente ter corrido atrás do que queria. No jornal, todos são super simpáticos com ela, com exceção de Bernardo, que se pudesse, sairia sempre antes de ela chegar, não tendo que levá-la para cima e para baixo e mostrar para ela como é a profissão de repórter investigativo. Porém, com o tempo, Rafa vai ganhando maior visibilidade lá dentro, já que sempre foi uma ótima aluna e consegue escrever muito bem, dando um toque feminino aos textos de Bernardo.

Além de ter feito amizade com o pessoal da sua editoria, ela também fisgou o coração de Marcelo, jornalista esportivo da Folha de Minas, que sempre aparece procurando por ela e tentando conquistá-la de alguma forma.

Rafa, quando criança, passava férias em Iriri, no Espírito Santo. Durante essas viagens ela via um garoto de olhos bem azuis e com uma mochila xadrez. Sempre ficava reparando nele, mas como ela mesma diz, era sem maldade nenhuma, já que ela era apenas uma criança. Mesmo assim, ela ficou um pouco obcecada por ele e por toda a sua vida escrevia textos endereçados ao Menino da Mochila Xadrez. Falava sobre seus dias, seus medos, suas dificuldades, suas vitórias… Usava-o como um confidente, mesmo que ele não estivesse ao seu lado para ver todos aqueles problemas. Durante muito tempo, também, ela ficou procurando por caras de olhos azuis, morrendo de vontade de perguntar se eles já haviam passado férias em Iriri. Tudo isso, claro, sem sucesso.

O trabalho no jornal e o Menino da Mochila Xadrez podem parecer assuntos distantes, mas foi muito interessante ver como Marina consegue entrelaçar tudo isso, deixando a história bem bacana e sem nenhuma ponta solta. O romance é maravilhoso, as trapalhadas da Rafaela arrancaram risadas de mim e o livro, claro, me conquistou.

Pra quem gosta de romances, pra quem quer um bom livro de literatura nacional contemporânea e pra quem já leu algo da Marina e gostou, Azul da Cor do Mar é o livro certo! Amei e recomendo muito!

Páginas: 334 Editora: Novo Conceito Nota: ★★★★★


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