EU CASEI!!! E já faz UM MÊS (e uma semana)!

Casamento, Pessoal • 21.07.2018  

Eu não sei mais escrever posts, na verdade não sei nem mais escrever, pra ser sincera, mas vamos tentar…

Meu último post no blog foi no ano passado, mais precisamente no dia 30 de novembro. Naquele dia, ainda faltavam sete meses para o meu casamento e eu pensava que estava suuuuper longe, mas passou em um piscar de olhos e o grande dia chegou. Eu não tive tempo para mais nada além do casamento, apartamento e trabalho, então o blog ficou de lado meeeeixmo – e me arrependo bastante, pois eu poderia ter usado esse espaço aqui como uma distração para toda a ansiedade que rolou na época. Bem, agora já passou e cá estamos, completando UM MÊS (e uma semana) de casados! Gente, logo serei avó de tão rápido que esse tempo está passando, que horror!!! HAHAHA

Para atualizar o blog (vou falar só atualizar, porque falar que vou voltar é muito forte e presunçoso – e provavelmente mentiroso), vou contar para vocês como tem sido este último mês e jogar algumas fotos aqui pra poder encher embelezar o post.

O dia em que eu casei: Como foi o meu dia 16 de junho

Às 9h da manhã comparecemos ao cartório para poder oficializar nosso casamento perante ao Estado e à lei.

casamento cartório há um mês

Às 10h30 voltei para a casa da minha mãe (é tão estranho não falar mais “minha casa” rs) e finalizei a retrospectiva de fotos com a foto do cartório (pois é, eu terminei a “retrô” no mesmo dia do casamento);
Às 11h fui para uma sessão de massagem relaxante para tentar relaxar um pouco. Até que consegui, dormi mais na massagem do que na noite anterior.
Às 14h fomos para o hotel em que eu, minha mãe, minha irmã e minha avó iríamos nos arrumar. Meu cabeleireiro/maquiador já estava lá e, enquanto eu fazia o check-in para poder entrar no quarto, levei um baita susto ao me dar conta que o meu decorador já havia entregado o meu buquê!!! Foi aí que rolou a primeira lagriminha do dia.

Buquê de origami

Às 18h minhas madrinhas começaram a chegar para se arrumar e tirarmos algumas fotos.
Às 18h30 o meu já então marido me enviou um buquê de flores e um presentinho para usar no dia (foi o primeiro buquê que ganhei dele, já que que não sou muito chegada em flores – mas confesso que chorei). Junto com o buquê chegou a minha estilista com o meu vestido (eu sonhei várias vezes que acontecia algo muito errado e meu vestido não chegava, então foi um super alívio quando ela tocou a campainha).

Estilista

Às 19h tirei fotos com as madrinhas, mãe, irmã e sogra enquanto ainda estava com os “bobs” no cabelo e sem maquiagem. As madrinhas saíram do hotel para irem ao buffet ensaiarem o cortejo e eu fiquei lá, angustiada com o horário.
Às 20h sentei na cadeira para ser arrumada, já super stressada com o horário e todo o atraso, mas tentando manter a pose rs.
Saí apenas às 21h15 do hotel – era para a cerimônia ter iniciado às 20h30, mas não valia a pena me stressar mais porque não tinha o que fazer.
A cerimônia começou às 21h30 e foi maravilhosa. Nosso celebrante fez a cerimônia do jeitinho que queríamos, super leve, não religiosa, sem demora e super divertida!

O ápice (na humilde opinião da noiva) foi a entrada das alianças. Nosso pajem, priminho do Gui, de dois aninhos, entrou em um carrinho elétrico ao som do “Tema da vitória” (ou música do Senna) e nos entregou as alianças.

Pajem Lucas

Além disso, tivemos também uma cerimônia “extra”, chamada “Cerimônia do baú”, onde colocamos um vinho (minha avó levou o vinho para nós) e todos os padrinhos, pais e os noivos colocaram cartinhas dentro dele para trancarmos. Abriremos o baú somente no aniversário de 5 anos de casamento (bodas de madeira).

Cerimônia do Baú

Finalizando a cerimônia fomos tirar as fotos com os padrinhos, pais e algumas nossas e depois fomos para o nosso “camarim” comer um pouco.

Pais e padrinhos

Noivos

Subimos de volta ao salão para a nossa “reentrada”, cortamos o bolo, agradecemos os convidados presentes, passamos a retrospectiva, fizemos a “dança dos noivos” e então abrimos a pista. A partir daí foi só festa (literalmente) até as 3h da manhã!

Bolo

DJ Domênico Gatto

Teve também a “jogada do buquê”, que eu resolvi fazer o “buquê de fitas” porque não sou muito fã de ficar jogando flores por aí e a mulherada se jogar em cima delas HAHAHA As fotos ficam lindas, estou doida para ver mais (só tenho essa!!!)

Buquê de fitas

Saímos de lá acabados, fomos para o hotel que ficava bem pertinho do buffet e dormimos casados!

Saída do altar

No dia seguinte ficamos vendo fotos, stories, posts no Instagram, Facebook e etc, relembrando tudo que aconteceu super rapidamente na noite anterior e já com saudade! Sério, passa rápido demais! Você fica um ano organizando e planejando tudo e, quando percebe, já está no hotel para a noite de núpcias, descabelada, com uma aliança na mão esquerda e deitada ao lado do seu marido. Tudo é maravilhoso, mas passa rápido demais e a minha dica para quem ainda passará por isso é: aproveitem muito! Cada minuto, cada foto, cada abraço, cada música, cada comida, cada bebida, tudo, tudo mesmo.

#casamentojuhs2gui

Depois do casamento nós fomos para a nossa lua de mel: fizemos um combo de Ilhas Maurício e África do Sul, mas isso vai ficar para outros posts pois quero contar tudo direitinho e mostrar para vocês as belezas de todos os lugares que passamos.

lua de mel

Vou tentar voltar com alguns posts por mês por aqui porque eu sinto falta e gosto de compartilhar tudo isso e mais um pouco! Me contem o que vocês gostariam de ver por aqui, relacionado ao casamento, à viagem, à casa nova, à vida a dois, a livros…? HAHA Vale tudo!

Fica aqui a lista dos fornecedores do “Dia C”:

Salão & buffet: Allegro Buffet
Assessoria: Meire Rodrigues
Bar: Pepper Drinks
Cabelo e make: Klaus Rosa
Celebrante: Marcos Curiati
Chinelos: CustumiZú
Decoração (e buquê): Terumi Flores
Docinhos e bem casado: Valmir Rodrigues e Gazola
Foto e filmagem: Record Produções
Foto cabine: Vintage Foto Cabine
Identidade visual: Noivos (hehe)
Música: DJ Domênico Gatto
Roupa noivo e padrinhos: Vestire
Vestido madrinhas: Love Cia.
Vestido noiva: Renata Campos

Um beijo pra vocês!

Juh Claro: EU CASEI


TOP 5: Filmes sobre casamento

Casamento, Filmes • 30.11.2017  

Eu jurava que não ia chegar nessa fase de só falar, ouvir, ver, ler e praticamente respirar casamento, mas foi um tanto quanto inevitável. Se não estou vendo coisas para a festa, estou vendo destinos de lua de mel, alianças, convites, coisas para o apartamento… Como não sei como falar sobre isso aqui no blog sem parecer tão chata, é um dos motivos do meu sumiço.

Enfim, ontem estava zapeando pelos canais da TV e acabei me deparando com diversos filmes que envolvem casamento passando ao mesmo tempo. Então para não deixar o blog mais abandonado do que ele está, melhor postar algo que tenha a ver com o que estou passando pelo momento, né? HAHA Vou colocar vocês no universo do casamento por alguns momentos.

Listei 5 filmes que envolvem casamento – e que eu adoro, que dá para ter ideias de decoração, vestido de noiva, roupas dos padrinhos e sonhar cada vez mais alto com o que acontecerá no “grande dia C”.

Vestida para casar – 27 dresses

Esse é o filme que eu assisti ontem, com a minha queridíssima Katherine Heigl. Dá para ter uma boa noção do que não escolher para vestidos de madrinhas, né? HAHAHA

27 dresses

Penetras bons de bico – Wedding crashers

Apesar de não passar uma imagem tão legal assim de penetras, de ir em casamentos só para comer e pegar mulheres e também de se apaixonar por uma mulher que namora, continuo adorando esse filme e babando em mais da metade dos casamentos que eles vão. Ah, e de quebra tem o meu ator favorito, né, Owenzinho <3

wedding crashers

Noivas em guerra – Bride wars

Amigas de infância, sempre sonharam com casamento e onde as duas se casariam: no Hotel Plaza. O problema é que a querida assistente do local acabou marcando o casamento das duas para o mesmo dia e a única data disponível seria no ano que vem. É aí que a guerra começa: nenhuma das duas quer ceder a data e vão brigar até o dia do casamento. Dá pra babar bastante no vestido maravilhoso que a Kate Hudson escolhe <3

bride wars

Doce lar – Sweet home Alabama

O quando eu amo esse filme não sei nem explicar pra vocês. Se você nunca assistiu, pare tudo o que está fazendo e assista agora. É velho, mas é muito amorzinho! Mel se mudou da cidade pequena para Nova York e irá casar com um político, mas descobre que seu ex-marido ainda não assinou os papeis de divórcio e precisa voltar para seu antigo “doce lar” para resolver este pequeno problema… Mas pode ser que as coisas mudem.

sweet home alabama

Mamma mia

Pra fechar com chave de ouro, um dos meus filmes favoritos de todos os tempos. Regado de bons atores, músicas maravilhosas e um cenário lindo. A história toda gira em torno do casamento de Sophie e acompanhamos um pouco dos preparativos, o drama dela não saber quem é seu pai e a indecisão de se casar ou não por serem tão novos.

mamma mia

Tem muitos mais filmes – principalmente antigos, mas quis selecionar só 5 para não ficar falando demais HAHAHA
E aí, já assistiu esses? Tem outros pra me indicar? Estou vendo de tudo para pegar mais e mais referências!


Resenha: O castelo de vidro – Jeannette Walls

Resenhas • 09.10.2017  

Preciso ser hiper sincera antes de iniciar a resenha, para tentar me posicionar antes de qualquer coisa: eu não sabia que este livro era uma espécie de autobiografia. Eu realmente não sabia. Vai daquela linha que eu sigo há um tempo de não ler sinopses – pois se tivesse feito, com certeza saberia. É claro que eu já tinha ouvido falar sobre o Castelo de vidro, sabia que sairia um filme, mas não sabia nada sobre a história em si. Eu quis lê-lo para poder assistir o filme, que tem uma das minhas atrizes favoritas no elencon (Brie Larson), então não me importei muito em procurar saber sobre o que se tratava.

Para não correr o risco de você também ser pego desprevenido, caso pretenda lê-lo, vou tentar fazer uma resenha sincera com mais de uma linha. Pois é, eu conseguiria resenhar este livro em duas frases: “Trata-se da história de uma família que tinha pais loucos e que não se importavam nem um pouco com os filhos e os fizeram sofrer a infância inteira por serem totalmente negligentes. A vida só melhorou quando os filhos saíram de casa e conseguiram viver de forma comum e normal.” Fim, este é o resumo do livro inteiro e eu ficaria bem menos decepcionada se soubesse antes que era uma biografia.

Como personagens principais temos Jeannette (a autora), Lori (irmã mais velha), Brian (irmão), Maureen (irmã mais nova), Rex (pai) e Rose Mary (mãe). Acompanhamos a infância toda das crianças com descrições do dia a dia muito bem detalhadas, desde quando eles aparentemente tinham uma vida tranquila até a época em que ficou insuportável aguentar o estilo de vida que os pais queriam viver.

Logo no início já nos deparamos com uma cena nada legal: narrando em primeira pessoa e voltando ao tempo de quando ela Jeannette tinha apenas três anos, ela conta em detalhes um acidente que sofreu enquanto cozinhava no fogão: seu vestido pega fogo e ela é levada ao hospital com queimaduras graves. Após alguns dias no hospital se recuperando e fazendo enxertos de pele, acompanhamos a primeira fuga da família: eles não querem aguardar até darem alta à pequena filha e acabam fugindo tanto do hospital quanto da cidade.

Essa é só a primeira das mudanças. Vivendo praticamente como nômades, o que a família Walls mais faz é se mudar, seja porque os pais cansaram de onde estão ou porque precisam tentar procurar um emprego novo ou porque estão fugindo de policiais ou federais ou qualquer coisa do tipo. Por conta de tanta mudança, as crianças nunca conseguem se adaptar muito bem em uma escola, então vez ou outra estudam em casa mesmo. Quando ficam um tempo a mais que o normal em alguma cidade, elas são matriculadas porém não dura muito tempo – além de não ser nada fácil aguentar os “coleguinhas” virando o rosto quando os irmãos tentam se aproximar.

Por não terem emprego fixo e muito menos temporários que deem um bom dinheiro, a família passa por diversos perrengues, desde ficarem sem comer por dias até ficarem sem tomar banho. As roupas são compradas em brechós e bazares ou roubadas de lojas e precisam durar bastante tempo, o que não favorece nem um pouco nenhum deles – e muito menos são bem vistos por quem está ao redor.

A vida segue desta forma até Jeannette chegar ao final do ensino escolar, seguindo os passos de Lori e mudando-se para outra casa (e, mais uma vez, para outra cidade), longe dos pais. É somente aí que vemos uma melhora e percebemos que as crianças Walls podem sonhar com algum futuro melhor – mesmo carregando todo esse passado difícil.

Sobre o título, ele é baseado em um projeto de Rex, que infelizmente nunca se concretizou: ele prometera aos filhos que construiriam uma casa de vidro de onde a família poderia contemplar as estrelas e se chamaria “castelo de vidro”.

Eu não diria que odiei o livro e tampouco que amei, mas esperava mais. Acho que a autora poderia ter contado um pouco mais sobre a vida “adulta”, pós todos os sofrimentos que passaram na infância, mas 9/10 do livro é somente focado nesta parte. De qualquer forma, é interessante ver como alguém que viveu fora dos padrões normais de vida deu a volta por cima e hoje é bem sucedida – ou feliz.

O castelo de vidro – The glass castle
Páginas: 336 Editora: Globo Livros Nota: ★★★☆☆

Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o site Livros em Série.


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