[BEDA] Viagem pela Suíça: Zurique, Berna e Lucerna

Em 09.08.2017   Categoria: BEDA, Viagens

Chegamos em Zurique no dia 8 de julho, há um mês, nossa porta de entrada na Europa. O voo de São Paulo para Zurique foi direto e teve uma duração de mais ou menos 11 horas e meia. Depois de passarmos pela imigração (que foi super tranquila com os nossos passaportes portugueses – apesar da Suíça não fazer parte da União Europeia), compramos bilhetes para um bondinho nos levar até a estação central de trem e de lá buscamos a informação de como faríamos para chegar ao hotel.

viagem - suíça

Vou “pausar” a aventura aqui para fazer uma observação totalmente pessoal e que precisa ser dada logo de cara: apesar de sabermos que em nenhum outro lugar do mundo as pessoas recebem os turistas tão bem quanto no Brasil ou outro país da América Latina, é sempre um choque quando encontro pessoas que trabalham com serviço de informação e/ou vendas tratarem mal os clientes. Principalmente em uma cidade grande como Zurique que é a porta de entrada na Suíça para os estrangeiros. Principalmente 2 porque eu expliquei tudo que eu queria direitinho para o cara que nos vendeu os bilhetes e ele nos respondeu totalmente errado e de mau humor. Resumindo: pagamos muito mais por um serviço que poderia ter saído super barato, ele nos fez pegar trem errado e descer em estação errada e ficamos “camelando” no calor insuportável da Suíça por umas 3 horas com malas e cansados da viagem feita durante toda a noite.

estação trem errada - zurique

Contratempos a parte, chegamos no hotel (nos hospedamos no Florhof), tomamos um banho, descansamos um pouco e saímos para conhecer um pouco de Zurique, que começou a ficar menos quente lá pelas 7 da noite e até que deu para andar HAHA Paramos para jantar no Zeughauskeller e de cara já fomos no tradicional schnitzel (nada mais que uma carne à milanesa – o meu de frango, é claro) e batata rösti. Comida deliciosa, mas o que achei estranho foi termos que compartilhar a mesa com pessoas que nunca tínhamos visto na vida. Depois fui pesquisar e entendi que é um costume bem comum de restaurantes superlotados em que você não fez pré reserva eles compartilharem mesas entre os clientes para não deixar a fila de espera enorme.

schnitzel e rösti

Após o jantar, demos uma volta pela cidade para apreciar um pouco a vista. Passamos pelo centrinho e por algumas pontes que cruzam o rio Limmat.

centro de Zurique

Zurique, Suíça

Enfim, chegamos à praça Sechseläutenplatz, em que fica a casa de ópera Opernhaus Zürich. Como ainda estava claro (no verão escurece mais ou menos às 10 da noite) muito calor e tinha wifi público bom, pegamos um sorvete e ficamos sentados nas cadeiras que ficam espalhadas pela praça, apenas vendo o pessoal passar (europeu adora fazer isso, chega a ser engraçado haha).

Sechseläutenplatz - Zurique

Voltamos para o hotel e fiquei pesquisando o que fazer no dia seguinte. Chegamos à conclusão que visitaríamos a capital da Suíça, já que não era tão longe e daria para ir tranquilo de trem em um “bate-volta”. É aqui que você para e se pergunta: “Mas a capital da Suíça não é Zurique?”, pois então, não é não! É como se fosse no Brasil: não é porque a porta de entrada é São Paulo ou Rio de Janeiro que elas são as capitais, né? Mesma coisa lá! Zurique é o maior polo econômico do país, mas a capital fica um pouquinho a sudoeste e não tem cara nenhuma de capital.

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[BEDA] Resenha: Antes que eu vá – Lauren Oliver

Em 08.08.2017   Categoria: BEDA, Resenhas

antes que eu vá Que decepção finalizar um livro depois de tanto tempo esperando pela sua leitura achando-o bem ruinzinho. Desde que ele foi lançado eu tive vontade de lê-lo e, quando o dia chegou, demorou a passar para que eu finalizasse e me decepcionasse bastante. Não me levem a mal, talvez se eu tivesse lido na época em que realmente queria, eu teria achado um pouco melhor, mas como minha cabeça já mudou um pouco desde então, achei fútil e inútil. Sim, curta e grossa, desculpem haha

Antes que eu vá nos apresenta a protagonista Samantha Kingston. Jovem perfeitinha e popular do colégio, ela é aquele tipo de menina que infelizmente, já estamos acostumadas a encontrar em diversos dramas e comédias norte-americanos: acompanhada por algumas outras amigas populares – Lindsay, Elody e Ally – tem aquele jeito maldoso e a costumeira mania de praticar bullying com os outros.

Nos encontramos no dia 12 de fevereiro e hoje é o dia da morte de Sam, mas ela ainda não sabe disso. Após um dia cheio de anseios (é hoje que ela finalmente vai transar com o namorado e deixará de ser virgem!), depois de receber diversas rosas pelo dia do Cupido e de ir a uma festa em que coisas estranhas acontecem, ela irá morrer em um acidente de carro junto a suas três melhores amigas. O problema é que algo muito estranho acontece após a temida morte: Samantha acorda no dia seguinte, mas não é o dia seguinte. É exatamente o mesmo dia 12 de fevereiro. Ela passa o dia estranha, tentando entender o que está acontecendo, acreditando que o dia anterior foi apenas um sonho, mas quando o final dele é exatamente o mesmo, ela começa a entender que está presa nele (dia da marmota, sim).

Talvez para você haja um amanhã. Talvez para você haja mil amanhãs, ou três mil, ou dez, tanto tempo que você pode se banhar nele, girar, deixar correr como moedas entre os seus dedos. Tanto tempo que você pode desperdiçar. Mas para alguns de nós só existe hoje.

Sam tenta entender o que está acontecendo e o que pode fazer para tentar mudar o final dessa história. Ela então tem 7 dias “repetidos” para tentar mudar o que aconteceria durante ele para tentar entender porque ainda está presa aqui no mundo. O problema é que ela demora demais para perceber o que deveria fazer e isso começou a irritar um pouco durante a leitura.

É claro que ela vai percebendo o que era óbvio: ela e as amigas são más até demais com diversas pessoas e ela nem ao menos sabe o porquê disso. Durante esses 7 dias ela vê uma oportunidade de conhecer melhor algumas outras pessoas do colégio e tentar mudar o rumo do dia. Um dia ou outro até é legal de acompanhar, principalmente os que envolvem Kent (eu gostei bastante dele!), mas outros são repetitivos e não dá para ver onde a autora quer chegar mostrando somente o lado “bullying” da história.

A história é narrada em primeira pessoa e isso facilita um pouco a fluidez, porém é meio chato acompanhar uma personagem fútil e a babação toda que ela tem pelo namorado nada romântico/legal. Dá vontade de dar uma boa sacudida nela para fazê-la enxergar o que aparentemente ela não vê de forma alguma. O lado bom é que conforme os dias vão passando/se repetindo, ela começa a mudar um pouco e ser mais humilde – talvez assim ela consiga entender o que precisa fazer para “descansar em paz”.

O livro no geralzão não é tão ruim, mas achei bem fútil e mais do mesmo. Quantos livros temos de grupinho de meninas malvadas que praticam bullying no colégio? Apesar da premissa ser interessante, a autora pecou na repetitividade e na construção fraca de diversas personagens. Eu reduziria bem as páginas, mas tentaria montar um enredo melhor para cativar os leitores, que seria mais certeiro.

Após ler o livro, fui assistir o filme e a decepção foi maior ainda. Além de terem mudado alguns dos melhores elementos do livro, as atuações são péssimas e dá vontade de chorar de tão ruim que o longa é. Eu dormi em duas das vezes que tentei assistir inteiro – quase demorei a mesma quantidade de dias repetitivos da Sam para finalizar HAHAHA

Antes que eu vá – Before I fall
Páginas: 360 Editora: Intrínseca Nota: ★★★☆☆

beda


[BEDA] A mágica da multiplicação, por One Direction

Em 07.08.2017   Categoria: BEDA, Música

Vamos intercalar essas postagens do BEDA entre posts maduros e posts como esse. Sim, sou fã de One Direction mesmo e não, não tenho vergonha de assumir isso aos 26 anos – principalmente porque aproximadamente 70% das minhas amigas e conhecidas da minha idade também estão no mesmo barco.

Eu demorei um pouco para gostar daqueles cinco meninos estranhos que não combinavam nem um pouco um com o outro, mas depois que comecei a gostar, não parei mais. Assisti a dois shows, fui no cinema assistir This is Us (e fiz até crítica aqui), comprei os CDs, assisti aos clipes na estreia, vi diversas entrevistas e vídeos com eles e etc…

E aí, de repente, um saiu (o que eu já achava que sairia há um bom tempo) e os outros quatro resolveram lançar o vídeo de History para dar aquela indireta/direta de que eles terminariam ou dariam um tempo.

Mas se você achava que só quem oficialmente saiu da banda seguiria uma carreira solo, meu amigo, você estava muito enganado, pois todos eles resolveram fazer isso! E é isso que eu chamo de mágica da multiplicação! Transformar uma banda com 5 integrantes em 5 carreiras solo de um leve sucesso não é para qualquer um. Simon deve estar super orgulhoso e rico HAHA

mágica da multiplicação por one direction

Dos 5 integrantes (ou ex?), eu continuando gostando de 4 e, pior, viciada e apaixonada por todas as músicas que cada um deles está lançando. Deu para entender o problema? Ao invés de você gostar 4 (ou 5) pessoas como uma banda, você acaba gostando das 4 “separadas” e tendo que ficar de olho/ouvidos abertos para todas as novidades, possíveis shows na sua cidade e tudo mais. Migos, não dá, não!

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