As melhores músicas lançadas/tocadas em 2016

Em 26.12.2016   Categoria: Música

Já virou quase tradição fazer isso todo ano por aqui. Normalmente todo final de ano eu faço uma lista dos melhores álbuns lançados no ano, mas como esse ano não tivemos tantos lançamentos, resolvi mudar para as melhores músicas lançadas e/ou tocadas (vai que lançou ano passado e virou single só esse ano? haha).

Sem ordem de preferência, ‘bora lá:

Bruno Mars – 24K Magic

Ah, Bruninho… Que saudade que eu estava de uma música nova sua! Li por aí que muita gente não gostou, mas, cara, essa música é SENSACIONAL! Como alguém não gosta dela? Eu amei demais e os passinhos continuam maravilhosos haha!

Busted – On What You’re On

Busted voltou com tudo esse ano. Anunciaram a volta, lançaram single, clipes, CDs e fizeram shows. Confesso que nas duas primeiras vezes que ouvi essa aqui em particular não gostei muito, mas por puro preconceito de não aceitar mudança de estilo de banda. Mas quando me de por mim, já estava ouvindo sem parar, sem me importar se tem ou não a ver com aquele Busted de 2004…

DJ Snake ft. Justin Bieber – Let Me Love You

Eu sinceramente não sei explicar o quanto e nem o porquê de eu amar essa música. Talvez grande parte seja por conta do Justin e outra parte por conta da letra e do ritmo. Sei lá, eu amo demais!

DNCE – Body Moves

Essa banda é maravilhosa! Até fiz um post contando sobre ela – e eu simplesmente adoro todas as músicas, mas essa aqui é boa demais!

Drake – One Dance

Apesar da extrema dificuldade de encontrar essa música no Youtube (alguém saberia me explicar o porquê?), acho que todo mundo conhece e ADORA, né? Se você não gosta, recomendo parar aqui! HAHA

Enrique Iglesias ft. Wisin – Duele el Corazón

Só pra ninguém reclamar que só tem música em inglês (apesar de não ser nacional e nem em português HAHAHA). Enrique tem um quê de Ricky Martin e é difícil eu não gostar de algum lançamento dele. Essa música é um amor e me faz lembrar das aulas de zumba (que vou mês sim, mês não, porque não tenho vergonha na cara hahaha).

Justin Timberlake – Can’t Stop The Feeling

Justin é Justin, né? Música super dançante, super estilo de “Rock your body”… Não tinha como não gostar e deixar sempre no repeat!

Major Lazer ft. Justin Bieber & MØ – Cold Water

Como a música não é oficialmente do Justin, posso repetir, né? HAHA Cold Water é MARAVILHOSA e a cada versão acústica que aparece por aí, me apaixono ainda mais por ela. AMO!

Nick Jonas ft. Ty Dolla $ign – Bacon

Ah, Nick… Esse álbum INTEIRO é maravilhoso e precisou de um post só para ele. Essa é a minha música faovrita (e o clipe também é muito bom) e eu ouço seeeeempre.

Pitbull ft. Flo Rida & LunchMoney Lewis – Greenlight

A letra é péssima e o clipe também, mas quem liga quando o ritmo é muito bom? HAHA É bem difícil mencionar alguma música do Pitbull ou do Flo Rida que eu não goste e sinta exatamente a mesma coisa…

Sia ft. Sean Paul – Cheap Thrills

Eu já ouvi TANTAS vezes essa música que eu tinha certeza que ela tinha sido lançada ano passado e não esse, sério! Mas, já que foi em 2016, não podia ficar fora da lista de jeito nenhum, né? Nunca fui muito fã da Sia, mas ela me conquistou com essa música e o novo álbum!

The Chainsmokers ft. Halsey – Closer

Quem me apresentou The Chainsmokers foi minha irmã, pra variar – e desde a primeira vez que ouvi já percebi que gostaria de qualquer coisa que eles lançassem. Closer é minha música favorita, mas Don’t Let Me Down entraria fácil nessa lista também.

E no celular/computador/spotify/etc de vocês? O que mais tocou durante este ano? Se fosse na época de LPs (a velha, só que não), perguntaria qual ficou riscado de tanto tocar HAHAHA


Vlog: Unboxing do box set da Anthology Tour do McFly

Em 23.12.2016   Categoria: Vlog

Olha só quem resolveu, literalmente, dar as caras! Depois de muito tempo finalmente atualizei o canal do blog (inscreva-se aqui!). Ganhei um presente da minha mãe de aniversário/natal ano novo/carnaval/páscoa/etc e resolvi fazer um unboxing.
Para quem não conhece, unboxings são vídeos/fotos/etc de alguém abrindo uma aquisição/presente/etc “real time” para ver e mostrar esta “coisa” para as pessoas. Normalmente quando são coisas exclusivas ou que a pessoa espera/quer muito, costumam gravar os vídeos para, além de mostrar o que é, as pessoas poderem acompanhar as reações.

Já contei para vocês da turnê do McFLY que eu acompanhei em setembro deste ano e vocês sabem o quanto fiquei emocionada/feliz e tudo mais, né? Bem, eles resolveram lançar um box exclusivo com algumas coisinhas referentes à turnê, como palhetas, baquetas e os álbuns com as músicas gravadas ao vivo. Imagina que nem fiquei louca, né? Aí minha mãe resolveu me presentear com mais um item para a minha coleção da minha banda favorita.

Vem ver tudinho aqui no vídeo <3

Acesse o meu site do McFLY: www.McFLY.com.br e acompanhe também pelo Facebook


Resenha: Quase um romance – Megan Maxwell

Em 19.12.2016   Categoria: Resenhas

Se você tem entre 18 e 25 anos com certeza já leu ao menos uma fanfiction na sua vida, certo? Quase um romance poderia muito bem ser uma fanfic, uma vez que tem todos os elementos básicos de uma história escrita por “fã”: a protagonista se apaixona por alguém famoso, há diversas cenas de ciúmes e segredos, passagens com cenas “quentes” e por aí vai.
Eu não imaginava que este livro seguiria essa linha – tanto pela capa quanto pelo primeiro parágrafo da sinopse (isso serve para eu aprender a ler a sinopse inteira nas próximas vezes) e, para mim, foi um ponto negativo, já que li diversas fanfics muito bem escritas e essa história não chegou nem aos pés da maioria delas. De qualquer forma, vou tentar ser imparcial.

Conhecemos Rebecca, a protagonista da história, em um momento delicado (perda dos pais e fim de um relacionamento), mas sua vida está prestes a mudar: ela encontra um cachorrinho na rua dentro de uma caixa de pizza, tentando se alimentar, e resolve levá-lo para casa – não que vá ficar com ele, mas não pode deixa-lo ali; no dia seguinte ligaria para que o controle de animais o buscasse. Pelo menos este era o plano inicial, antes de Angela, uma amável senhora que ajudava a limpar a pouca sujeira da casa de Rebecca (e que a conhecia desde pequena), convencê-la de que o filhotinho seria uma ótima companhia e prometendo ajudá-la a cuidar de tudo enquanto estivesse trabalhando.

Falando em trabalho, Rebecca é advogada em uma empresa exportadora de tecidos e dedica muito do seu tempo a isso. Apesar de em momento algum da sinopse mencionar o lado profissional dela, é neste ambiente que passarão muitos fatos importantes para a história. É lá que conhecemos Ricardo (colega) e Cavanillas (chefe); o chefe deles é uma pessoa arrogante e super machista e desde a sua primeira aparição já não fui com a cara/jeito dele. Ele defende Ricardo o tempo todo e só reconhece o trabalho dele, sendo que Rebecca é muito mais competente. Os dois são importantes para o “clímax” da história, que, obviamente, não vou descrever aqui.

A história dá um salto básico de quatro anos após o encontro com o filhote de cachorro, que acabou sendo nomeada de Pizza, uma vez que Rebecca descobriu que era fêmea e achou o nome muito significativo. Estamos no final de ano, a época preferida de Rebecca, já que seu irmão, Kevin, vai visita-la. Kevin é super divertido e dá para entender porque Rebecca fica tão chateada por morar longe dele e também de sua irmã, Donna (outra palhaça!).

Para receber bem o irmão, Rebecca sai em busca de um presente para ele e fica encantada com uma jaqueta de couro marrom que está exposta na vitrine. É perfeita! Pena que um homem acaba sendo mais rápido que ela e pega a última peça para provar…

“— Acho que não é do seu tamanho. Nem do seu estilo.
O homem se virou, sem ter certeza de que era com ele que falavam. Olhou surpreso para Rebeca e perguntou, com um sorriso:
— Por que acha isso?
“E agora? O que eu faço?”, pensou ela, aflita.
— É que… essa cor não combina com seu tom de pele. E vai ficar pequena. De longe se vê.”

Não precisa ser nenhum vidente para adivinhar o que rola nas entrelinhas dessa conversa, né? Como estamos falando de uma ficção, não seria nenhum absurdo dizer que eles se esbarram diversas vezes e iniciam uma amizade por conta de Lorena, filha de Paul (o “homem da jaqueta”), já que em um de seus encontros ela acaba se apaixonando por Pizza.

Paul se encanta com Rebecca e até anota a placa do carro dela (alerta de psicopata!!!) para descobrir mais sobre a moça e é assim que eles vão se encontrando. Paul a ajuda quando Carla, sua melhor amiga, acaba sendo internada e precisa cuidar de sua filha, Noelia (que é sua afilhada). Rebecca se encanta por ele também ao ver todo o jeito que ele leva para cuidar de bebês/crianças.

Paul é uma graça, mas o que Rebecca estranha é todos os olhares que ele recebe, principalmente de meninos adolescentes, quando eles estão em locais públicos: até descobrir que ele é piloto de MotoGP. Como ele vive viajando por conta dos torneios mundiais, eles ficam um bom tempo sem se ver, o que faz com que acabem sentindo a falta um do outro.

O inevitável acaba acontecendo e eles se envolvem. Beijos, noites de sexo e tudo mais. O problema é que Rebecca guarda alguns segredos que não pode compartilhar com ninguém, muito menos com Paul. Obviamente que esse tipo de coisa nunca dá certo e acaba estragando o que eles têm por ela ser insegura e um tanto quanto burrinha. Paul também não ajuda em nada, já que despeja uma antiga mágoa em cima dela, sem mais, nem menos.

É nesse ponto que a história fica um pouquinho interessante, quando entra o clímax. Rola um pouco de suspense, intriga na família, pessoas do passado que reaparecem, assuntos inacabados são encerrados e tudo mais. O livro flui razoavelmente bem neste ponto – consegui ler tudo de uma vez até chegar ao fim, mas, para não criar expectativas erradas: nada de muito emocionante acontece.

A leitura é bem despretensiosa, não há “lição de vida”, nenhum super envolvimento com as personagens e nada de suspiros ou tensão demais. É uma leitura leve e sem sal, para passar o tempo e nada mais. Não conheço outros livros da autora, então não posso generalizar, mas já vi algumas resenhas com a mesma opinião que a minha, que descrevi no início: é uma fanfiction, mas daquelas fraquinhas que não agregam em muita coisa.

Resumindo: não é um livro que entraria para a minha lista de recomendação e, a partir dele, eu não leria nenhum outro título da autora.

Quase um Romance – Casi una Novela
Páginas: 232 Editora: Suma de Letras Nota: ★★★☆☆

Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o site Livros em Série.


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