Resenha: 72 Horas Para Morrer – Ricardo Ragazzo

Em 04.06.2013   Categoria: Resenhas

72 Horas Para Morrer
Autor: Ricardo Ragazzo
Editora: Novo Século
Páginas: 254
Nota: ★★☆☆☆

Sinopse: Pior do que conhecer um Serial Killer, é um Serial Killer conhecer você!

“O Carro pertence à sua namorada.”

Com essas palavras, Júlio Fontana, delegado da pacata cidade de Novo Salto, tem a vida transformada em um inferno. Pessoas próximas começam a ser brutalmente assassinadas, como parte de uma fria e sórdida vingança contra ele. Agora, Júlio terá que descobrir a identidade do responsável por esses crimes bárbaros, antes que sua única filha se torne o próximo nome riscado da lista.
72 Horas para Morrer é uma corrida frenética contra o tempo, que prenderá o leitor do início ao fim.
 
 
 

Pegando o gancho da última frase da sinopse, posso começar essa resenha resumindo o livro em uma palavra: decepcionante (ou “WTF?”, como preferir).

Antes de pegar o livro no Book Tour, procurei algumas resenhas e as opiniões estavam bem divididas, por isso resolvi lê-lo e me arrependo um pouco. A história não me prendeu em momento algum e quando vi que já estava há 1 mês com o livro, tive que fazer uma leitura dinâmica para poder terminá-lo e passar para a próxima pessoa do BT. Bem, o livro tem menos de 300 páginas e é bem difícil eu ficar tanto tempo tentando ler a mesma coisa sem abandoná-lo de vez. Como todo mundo comentava nas resenhas, o final era o que mais surpreendia, então eu não ia passar o livro pra frente sem saber o seu desfecho. E aí eu consegui entender o lado das pessoas que disseram que o final era um grande WTF?.

Em 72 Horas Para Morrer, conhecemos Júlio Fontana, delegado da cidade de Novo Salto, que guarda um grande rancor desde que viu sua namorada, Débora, morrer nas mãos de um assassino, Miguel. E agora a cidade corre perigo e ele tem participação indireta em todos os acontecimentos.

Júlio recebe uma ligação para que compareça a um posto de gasolina da cidade por conta de um carro abandonado. Quando fala que isso é normal, fica sabendo que o carro é de sua namorada, Ágatha, e que ela não está dentro dele, sem maiores informações de onde ela possa estar. Conforme ele começa a resolver parte do mistério, com ajuda de alguns policiais, as descrições detalhadas da história vão me deixando enjoada e foi o que não me permitiu ler o livro de forma mais rápida ou me deixar mais interessada.

É complicado fazer uma resenha de um livro que você não gostou e que não tem como descrever todo o embrulho no estômago conforme as mortes do serial killer iam sendo descritas. Sinceramente não sei mais o que falar e vou deixar essa resenha assim, sem pé nem cabeça, porque é assim que o livro é.

O final, gente, eu não consigo nem explicar o que eu pensei sobre ele e não posso contar porque, né, seria spoiler e muito provavelmente a maioria de vocês não leria por conta dele. Só sei que se o final tivesse sido qualquer um dos que eu imaginava, a história poderia ter ganhado 4 estrelas e não só 2.

Leiam por conta e risco, mas não esperem um thriller emocionante, porque o final “estraga” toda a história do livro.


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