Resenha: A Invenção de Hugo Cabret – Brian Selznick

Em 22.11.2012   Categoria: Resenhas

A Invenção de Hugo Cabret – The Invention of Hugo Cabret
Autor: Brian Selznick
Editora: Edições SM
Páginas: 534
Nota: ★★★★★

Sinopse: Hugo Cabret é um menino órfão que vive escondido na central de trem de Paris dos anos 1930. Esgueirando-se por passagens secretas, Hugo toma conta dos gigantescos relógios do lugar: escuta seus compassos, observa os enormes ponteiros e responsabiliza-se pelo funcionamento da máquinas.

A sobrevivência de Hugo depende do anonimato:ele tenta se manter invisível porque guarda um incrível segredo, que é posto em risco quando o severo dono da loja de brinquedos da estação e sua afilhada cruzam o caminho do garoto.

Um desenho enigmático, um caderno valioso, uma chave roubada e uma homem mecânico estão no centro desta
intrincada e imprevisível história, que, narrada por texto e imagens, mistura elementos dos quadrinhos do cinema, oferecendo uma diferente e emocionante experiência de leitura.
 

 

Finalmente consegui colocar esse livro no topo da minha lista e me arrependi totalmente de não ter feito isso antes. Li as 534 páginas em 5 horas e estou totalmente apaixonada tanto pela história, como pelo livro em si.

Eu mostrei em uma caixinha da portaria como é o livro por dentro, com as ilustrações feitas pelo próprio autor, Brian Selznick, que são as mesmas presentes no filme, que são maravilhosas e dão um toque especial a toda a história.

Em A Invenção de Hugo Cabret somos levados para a estação de trem de Paris, onde Hugo vive com seu tio, o “relojoeiro” da estação – na verdade ele é responsável por dar corda em todos os relógios da estação. Hugo vive com o tio, pois seu pai faleceu durante um incêndio no museu em que ele trabalhava – local também onde ele encontrou um autômato quebrado e deixado de lado. Juntos, Hugo e seu pai, tentavam conserta-lo com peças que faltavam, mas nunca conseguiram fazê-lo funcionar.

Tudo foi perdido no incêndio do museu, mas Hugo acabou encontrando o autômato e o pegou para si com o intuito de conserta-lo e finalmente fazê-lo funcionar. Para isso, ele roubava peças da loja de brinquedos do Sr. Georges, dentro da estação, porém um dia ele foi pego e Georges ficou com algo de Hugo: o caderno de seu pai que continha desenhos do autômato e despertou a curiosidade do velho, mas prometendo que iria queimar o caderno por ele ser um “ladrãozinho”.

Hugo Cabret e autômato

Hugo Cabret e o autômato

Hugo seguiu Georges até sua casa nesse dia e acabou falando com a sobrinha dele, Isabelle, pedindo para que ela não deixasse seu tio queimar o caderno. No dia seguinte na estação, Hugo foi até a loja de Georges buscar o caderno, porém ele lhe entregou um monte de cinzas e ofereceu uma vaga para trabalhar na loja ajudando-o a consertar os brinquedos, para tentar pegar confiança no garoto.

A história continua relatando Hugo tentando consertar o autômato, agora com a ajuda de Isabelle e, assim que eles conseguem e ele funciona pela primeira vez, ficam encantados com o que ele é capaz de fazer: ele faz ilustrações e, notou Isabelle, espantada, assinava com o nome de seu tio, Georges Méliès. Se você é fã de cinema ou se já estudou um pouco sobre sua origem, vai se ligar logo de cara quem é o Georges.

As ilustrações fazem com que Hugo e Isabelle, juntos, tentem desvendar o mistério do autômato e relaciona-lo com o tio Georges e então segue-se uma aventura por cinemas, bibliotecas e ruas de Paris. Porém alguns obstáculos aparecem no caminho, como a morte do tio de Hugo e o inspetor da estação desconfiando em como os relógios continuavam sendo ajustados. Hugo tem que se esconder do inspetor e ao mesmo tempo fazer com que Georges veja o autômato. Para isso, ele vai precisar de mais ajuda do que imaginava e fazer tio Georges relembrar do seu passado sem rancor e tristeza.

Livro recomendadíssimo!


  • Carolina

    Em 22.11.2012

    Apesar da sua resenha, o livro não desperta meu interesse ou curiosidade, não é bem meu estilo.

    Beijo
    ps: BTR pode não ser seu estilo de música ou banda, mas eles passam longe de péssimos ;) Você assistiu no Z Fest?

    [Responder]

    Juh Claro:

    Sim sim, vi no Z haha claro, cada um gosta de um estilo, mas eles cantam muito mal ao vivo >< mas é aquilo, amo a Katy Perry e ela é péssima ao vivo, entãããão…

    [Responder]

  • Babi Lorentz

    Em 22.11.2012

    Pelo que você disse na resenha, parece-me que o filme foi bem fiel ao livro. :D Isso é bacana.
    Beijos.

    [Responder]

  • Flavinha

    Em 22.11.2012

    Eu achei as ilustrações desse livro fantásticas, mas achei que faltou um algo mais na história, achei que a história seria mais emocionante.

    Beijinhos

    [Responder]

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