Crítica: A Estranha Vida de Timothy Green

Em 22.02.2013   Categoria: Filmes

timothygreen A Estranha Vida de Timothy Green (The Odd Life of Timothy Green)
Gênero: Comédia Dramática
Ano: 2012
Direção: Peter Hedges
Distribuição: Disney Pictures
País de Origem: EUA
Duração: 105 minutos
Nota: ★★★★★

Sinopse: Cindy (Jennifer Garner) e Jim (Joel Edgerton) formam um casal que descobre que não pode ter filhos. Em uma noite regada à vinho, Jim propõe à sua esposa que façam um jogo: ambos escreveriam em pedaços de papel as características que gostariam que seu filho tivesse, tal como “ele nunca desiste das coisas”, “irá marcar o gol da vitória” e “será como Picasso, com um lápis”. Em seguida eles colocam os pedaços de papel em uma caixa e enterram no quintal. Porém, e é sempre no “porém” que a fantasia acontece, após uma noite com uma estranha tempestade, um menino cheio de lama aparece na casa dos Green. A partir daí a história já está lançada. Timothy aparenta ter entre 10 anos e seu comportamento “é o de um menino com as qualidades que os pais desejaram”, mas “essas qualidades se manifestam de maneira que nunca poderiam ter imaginado”.

Um filme para assistir naquela tarde chuvosa, com o coração na mão e pensando no seu futuro. Com atuações sutis, uma história leve e fantástica ao mesmo tempo, A Estranha Vida de Timothy Green pode entrar para a sua lista de filmes favoritos facilmente.

The Odd Life Of Timothy Green

O filme é narrado pelo casal Green, que tem muita vontade de ter filhos, mas não conseguem, então partem para a adoção. Eles estão tentando convencer os responsáveis pela liberação da adoção do porquê seriam bons pais enquanto contam a incrível – e estranha – história de como Timothy apareceu na vida deles.

Cansados de não conseguirem ter um filho, Cindy (Jennifer Garner) e Jim (Joel Edgerton) resolvem colocar em papéis as qualidades que eles adorariam que seu filho tivesse. Honestidade, bom em esporte, bom músico, bom artista e etc. Eles colocam tudo dentro de uma caixinha de madeira e tem a brilhante ideia de enterrá-la no jardim.

Durante a noite cai uma tempestade terrível sobre a cidade e Jim acorda ao escutar um barulho e desce as escadas para ver o que poderia ser. Não encontrando nada, volta para a cama e abraça Cindy por cima dos lençóis – até ele descobrir que ela está no banheiro e quem está na cama é outra pessoa – ou melhor, criança. Após sair correndo e deixar marcas de terra pela casa, Cindy e Jim encontram um garoto coberto de terra e decidem dar banho nele enquanto perguntam porque fugiu de casa.

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Dica: “Valente”

Em 13.08.2012   Categoria: Filmes

“Dica” é um meme em que escolho uma série, filme, livro ou qualquer outra coisa que eu gosto para comentar aqui no blog.

Faz tempo que não posto algo nesse meme e depois de finalmente assistir Valente, não tem como não trazer essa dica pra vocês.

valente

Dirigido por: Mark Andrews, Brenda Chapman
Roteiro por: Brenda Chapman, Irene Mecchi
Elenco: Kelly Macdonald, Emma Thompson, Kevin McKidd, Billy Connolly, Robbie Coltrane, Julie Walters, John Ratzenberger, Craig Ferguson
Gênero: Animação
Ano: 2012

Sinopse: Desde os tempos antigos, as histórias de batalhas épicas e lendas místicas foram passadas através de gerações pelas montanhosas e misteriosas Terras Altas da Escócia. Em “Valente”, um conto de fadas se une a uma sombria jornada quando a corajosa Merida confronta os seus costumes, o destino e o mais feroz dos animais.

Merida é uma habilidosa e impetuosa arqueira filha do Rei Fergus e da Rainha Elinor. Determinada a conquistar o seu próprio caminho na vida, Merida desafia um costume antigo e sagrado para os senhores da terra: o grande Lorde MacGuffin, o mal-humorado Lord Macintosh e o briguento Lorde Dingwall.

As ações de Merida inadvertidamente desencadeam o caos e a fúria no reino, e quando ela recorre a uma bruxa velha excêntrica para obter ajuda, a ela é concedido um desejo malfadado. O perigo subsequente força Merida a descobrir o significado da verdadeira bravura, a fim de desfazer a maldição bestial antes que seja tarde demais.
 
 
 

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Dica: “Meia Noite em Paris”

Em 02.03.2012   Categoria: Filmes

“Dica” é um meme em que escolho uma série, filme, livro ou qualquer outra coisa que eu gosto para comentar aqui no blog.

Se você ainda não assistiu a esse filme, vencedor do Oscar de melhor roteiro original, não sei o que está esperando! Assisti antes da premiação do Oscar (e perdi a abertura e o 1º prêmio) e já tinha certeza que ele ganharia alguma das estatuetas, porque esse filme é perfeito.

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Dirigido por: Woody Allen
Roteiro por: Woody Allen
Elenco: Owen Wilson, Rachel McAdams, Michael Sheen, Marion Cotillard, Corey Stoll, Kathy Bates
Gênero: Drama, Comédia, Romance, Fantasia
Ano: 2011

Sinopse: Gil (Owen Wilson) sempre idolatrou os grandes escritores americanos e sonhou ser como eles. A vida lhe levou a trabalhar como roteirista em Hollywood, o que fez com que fosse muito bem remunerado, mas que também lhe rendeu uma boa dose de frustração. Agora ele está prestes a ir a Paris ao lado de sua noiva, Inez (Rachel McAdams), e dos pais dela, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy). John irá à cidade para fechar um grande negócio e não se preocupa nem um pouco em esconder sua desaprovação pelo futuro genro. Estar em Paris faz com que Gil volte a se questionar sobre os rumos de sua vida, desencadeando o velho sonho de se tornar um escritor reconhecido.
 

O que me levou a assistir esse filme foi o Owen Wilson, ponto final. Ele é meu ator preferido (não conto Johnny Depp aqui porque acho que ele é o ator preferido de todo mundo, pra mim ele está em um patamar muito acima de qualquer outro <3) e eu assisto a todos os seus filmes, por mais péssimos que sejam (Drillbit Taylor), e não seria diferente com esse. Woody Allen não é meu diretor preferido, mas sei que ele consegue escrever ótimas obras.

Meia Noite em Paris é um filme feito para você se apaixonar pela Paris nos anos 1920 e testar a sua cultura. Gil (Owen Wilson) é apaixonado pela Paris antiga e chuvosa, como um bom escritor, ele aproveitou que seu sogro precisaria ir até a cidade para fechar um negócio e foi também, juntamente com sua noiva, a chata Inez (Rachel McAdams), para ver se conseguia alguma inspiração para escrever seu primeiro romance.
O que Gil não esperava era ser transportado para a Paris dos anos 1920 todas as noites quando os sinos anunciavam que era meia noite.

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Ele não percebe o que está acontecendo quando um carro antigo para em frente à escadaria que ele está sentado e o chama para entrar porque estão indo à uma festa. Quando chega na festa ele ouve uma música conhecida vinda de um homem que está tocando piano e quando vai discutir sobre isso, se depara com F. Scott Fitzgerald e Zelda Fitzgerald (escritores americanos) dizendo que aquela festa é de Cole Porter (músico/compositor americano) e que foi ele quem escreveu a música que Gil disse já ter ouvido antes. Ele ainda fica meio perdido com tudo o que acontece e com todos que conhece até isso acontecer mais de duas vezes.

Ainda na primeira “viagem”, Gil encontra Ernest Hemingway (escritor americano), um de seus maiores ídolos e pergunta se ele poderia ler seu romance para dar alguma opinião e ele nega, dizendo que nunca vai ser honesto o suficiente porque escritores são concorrentes. Mas ele o leva até Gertrude Stein (escritora e poeta), leitora/crítica de histórias que escritores pediam para passar por sua aprovação. Nesse mesmo encontro com Stein, Gil conhece Adriana, musa inspiradora de muitos artistas e que “atualmente” está servindo de inspiração para Pablo Picasso.

Pronto, aqui está o romance de verdade! Esqueça Inez, esqueça Paris à luz do dia e permita-se entrar em um mundo cheio de escritores, pintores e outros artistas em uma Paris como cidade-luz cheia de amor e inspirações.

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Não dá pra explicar mais da história porque só assistindo pra você sentir toda a magia de Gil encontrar seus ídolos/inspirações e ver o drama entre o dia/noite em Paris. Sem esquecer, claro, de que ele tem uma noiva e está apaixonado por alguém dos anos 1920 – e que Inez também tem seus musos inspiradores, mas no tempo “real”.

Recomendadíssimo!

 
PS: Minha intenção em assistir o filme (além de ver mais uma vez o Owen <3), era tentar me apaixonar por Paris, mas não deu. Acho que eu sou bem igual a Inez nesse ponto. Quem sabe eu não volto à "cidade romântica" com alguém ao meu lado e consiga gostar de lá, porque o que vi foi: cinza & sujeira. Paris, da próxima vez, me surpreenda (já diria Anton Ego - Ratatouille)!


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