Resenha: A Última Música – Nicholas Sparks

Resenhas • 23.02.2011  


A Última Música – The Last Song
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Páginas: 400
Nota: ♥♥♥♥♥

Sinopse: Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciam e seu pai decide ir morar na praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor os filhos passarem as férias de verão com ele na Carolina do Norte.

O pai de Ronnie, ex-pianista, vive tranquilamente na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação dele e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda, começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida.

Uma história inesquecível de amor, carinho e compreensão – o primeiro amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o perdão – A Última Música demonstra, como só Nicholas Sparks consegue, as várias maneiras que o amor é capaz de partir e curar seu coração.

 

Tentei me segurar para não assistir ao filme antes de ler, mas não deu muito certo. Acabei assistindo quatro vezes antes de ler e não me arrependo não, porque amei os dois e não achei que a história do filme estragou a ‘surpresa’ do livro. Esse foi o primeiro livro do Nicholas Sparks que eu li (Querido John está cada vez mais no final da lista) e eu adorei! Tanto a escrita dele quanto o enredo, cenário, descrição de personagens, diálogos…

Em A Última Música a história gira em torno de Verônica (Ronnie), 17 anos, filha de pais separados e irmã de Jonah, um garotinho muito esperto e divertido. Ronnie é uma típica adolescente rebelde que não cumpre os horários estipulados pela mãe, não sabe a carreira que quer seguir e não lê as cartas que o pai a manda sempre. Tudo estava normal em Nova York até que sua mãe, Kim, resolve levá-la junto com seu irmão à Carolina do Norte, para visitarem seu pai, Steve, ex-pianista e apaixonado pela música – assim como Ronnie era quando criança. Ronnie vai, contrariada e, quando chega lá, mal o cumprimenta, deixando Steve magoado. Mas esse é só o começo.

Ela resolve dar uma volta pela praia logo no primeiro dia que está lá e acaba quase fazendo amizade com um jogador de vôlei. Seria amizade se ele não tivesse trombado nela quando foi buscar uma bola difícil enquanto ela tomava um refrigerante. Ronnie mal quer ouvir as desculpas dele e vai procurar uma camiseta para trocar. É aí que conhece Blaze, uma garota tão rebelde quanto ela, mas um pouco pior. Na mesma noite Ronnie conhece Marcus, namorado de Blaze, um cara estranho que faz malabarismos com fogo para ganhar alguns trocados. É a partir dessa noite que as situações começam a ficar complicadas para Ronnie, já que seu pai resolve pedir para o seu amigo policial buscá-la na festinha em que estava.

A história se desenrola com Ronnie chegando tarde em casa, saindo com Blaze e Marcus, seu pai tentando agradá-la e Will. Ah, Will! Mas é claro que o cara loiro, com corpo musculoso e muito gato, que derrubou refrigerante nela, iria aparecer novamente, se desculpar e tentar impressioná-la de qualquer maneira. E o que o ajuda a se aproximar dela é o fato de ter aparecido um ninho de ovos de tartaruga bem atrás da casa de Steve, só que há um problema: guaxinins. Eles farejam os ninhos e tentam comer os ovos. A solução de Ronnie para espantá-los? Dormir ao lado do ninho. Quem se junta à ela? Will. Quem tenta fazê-la gostar dele? Will. Adivinha se ele consegue? Ponto!

Tudo está lindo e maravilhoso. Ronnie e Steve estão se entendendo um pouco melhor (apesar de Ronnie ter pedido para ele parar de tocar piano e escondê-lo – o que ele faz), Jonah está ajudando seu pai a construir um vitral para a igreja da cidade que foi incendiada e Will e Ronnie estão se conhecendo e gostando um do outro. Blaze e Marcus continuam juntos apesar dos avisos de Ronnie sobre a pessoa que ele é.
Pois bem, nem tudo são rosas, não é? Blaze acha que Ronnie está dando em cima de Marcus (quando é ao contrário) e se vinga dela enquanto estão em uma loja e coloca CDs na bolsa de Ronnie, que, quando vai sair da loja, ativa o alarme. Blaze sabia que Ronnie já tinha ido à delegacia mais de uma vez por furto e foi avisada que da próxima vez poderia ser presa. Ronnie tenta convencer a todos que foi um engano quando percebe que Blaze fez isso e tenta falar com ela para retirar as queixas. Nada acontece. Ronnie vai à casa de Will e descobre que ele vem de uma família muito nobre e logo se desentende com sua mãe, que a olha como se Ronnie fosse um lixo. E, por fim, Steve volta a sentir dores…

Muitos conflitos se seguem nas páginas seguintes. Brigas entre Ronnie e Will, aparições medonhas de Marcus e dores de Steve. É uma história brilhante, divertida e muito, muito triste. Tocante do começo aos últimos parágrafos, com capítulos que carregam lições de vida e uma mensagem para que aproveitemos todos os momentos e comecemos a dar atenção a situações e pessoas importantes.

Se prepare para molhar muitas páginas do seu livro. Não tem como evitar as lágrimas, mas, apesar de todas as partes tristes, o recado passado pelo Sparks é maravilhoso. Super hiper mega recomendado (e o filme também, mesmo para aqueles que não gostam da Miley Cyrus – eu acho, porque não é o meu caso).

Como nunca deixo de comentar, a tradução, diagramação e etc merecem um ponto positivo. Só encontrei erros nas últimas páginas, parece que ficaram com ‘preguiça’ de revisar os capítulos finais. De resto, tudo certo; é muito bom ler um livro sem erros de gramática ou tradução.

Minha nota: 9,5.


  • Carolina

    Em 23.02.2011

    Eu chorei no filme, mas no livro não haha Acho que eu sou a única que não vê nada demais nos livros do Nicholas. Eu gosto (pelo menos desse e de Querido John), mas nada que me deixe louca e me faça querer reler e tal. Eu prefiro A Última Música, Querido John eu achei um pouco… hm, não sei. Menos emocionante, talvez. Mas são ótimos mesmo pra ler. Leves, fáceis de ler e com sentimentos.

    Ótima resenha, Juh! ;*

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  • Nana

    Em 23.02.2011

    Ai esse livro é meu sonho de consumo
    Eu amei o filme, chorei rios haaha
    sou chorona :X

    adorei seu blog.
    òtima resenha :)
    estou seguindo aqui!

    bjs
    Nana
    Obsession Valley

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  • Saraah

    Em 23.02.2011

    eu nauum liii o livro
    mais assistiii o filme
    axeii muitoo lindo..
    so q irei abaixar o livro pa min ler
    em vez de ler na escola aquele mitoos muitoo xato
    irei contar a ULTIMA MUSICA

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